Amnistia Internacional preocupada com a repressão na sequência do golpe militar na Guiné-Bissau | |
| Algumas fontes na capital, Bissau, afirmaram à Amnistia Internacional que os postos de controlo militares e bloqueios de estrada surgiram em redor da cidade, particularmente ao longo da estrada para o aeroporto, e os veículos estão a ser parados e revistados. As manifestações espontâneas e pacíficas levadas a cabo por mulheres e jovens têm sido reprimidas violentamente pelos militares nos últimos dias. Durante o fim-de-semana alguns manifestantes foram espancados com armas pelos soldados. Um manifestante foi esfaqueado na perna e está agora no hospital estável mas numa grave condição. Todas as estações privadas de rádio foram silenciadas imediatamente após o golpe de estado militar na quinta-feira. Aquelas que tentaram retomar as suas emissões foram novamente retiradas do ar quando criticaram os militares. Entretanto, a emissora nacional está de volta mas encontra-se sob o controlo das forças armadas. “A Amnistia Internacional apela às autoridades militares que respeitem e protejam os direitos humanos, incluindo os direitos à liberdade de movimento, reunião pacífica e expressão,” disse Marisé Castro. |
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quinta-feira, 26 de abril de 2012
sábado, 17 de março de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
SEM PALAVRAS NÃO HÁ LIBERDADE
A Amnistia Internacional quer libertar 155.000 palavras e promover a liberdade de expressão no Médio Oriente e Norte de África
Tunísia - 17 de dezembro de 2010 - Mohamed Bouazizi, 26 anos, ateou fogo a si próprio e dá origem a uma onda de protestos que alastrou a vários países do Médio Oriente e Norte de África.
Síria – Mais de 1.400 pessoas mortas pelas autoridades desde o início das revoltas. As forças de segurança atacam e prendem civis indefesos, incluindo crianças.
Egito – Cerca de 8.000 pessoas foram presas durante o último ano por se manifestarem pelo direito à liberdade. 17 mulheres foram obrigadas a fazer “testes de virgindade”.
Bahrein – Mais de 500 pessoas foram presas até ao momento. Os profissionais de saúde são impedidos de auxiliar os manifestantes e os que ajudam são presos e torturados.
Mais de um ano após o início dos protestos em países do Médio Oriente e Norte África – como a Arábia Saudita, Bahrein, Egito, Iémen, Irão, Líbia e Síria – os graves abusos dos direitos humanos continuam. A liberdade de expressão não é respeitada e os manifestantes são censurados pelos seus governos, que bloqueiam o uso da internet nestes países. Desta forma, o mundo desconhece o que se passa e não pode ser solidário com os protestos.
No dia 11 de fevereiro assinala-se o Dia de Ação Global sobre as manifestações no Médio Oriente e Norte de África. Neste dia, tal como aconteceu há mais de um ano, queremos dar voz a estes manifestantes e amplificar a sua mensagem através das redes sociais.
Neste contexto, a Amnistia Internacional Portugal criou o projeto Freedom Dictionary, que irá libertar palavras que estão presas pela censura. O projecto consiste na criação de um dicionário, composto por 155.000 palavras que serão libertadas pelas pessoas através da internet. Para participar no projeto, basta entrar no site www.freedomdictionary.org, escolher uma palavra para libertar e partilhar nas redes sociais. Cada pessoa poderá libertar apenas uma palavra e esta ficará associada ao seu nome, dando os merecidos créditos ao “redentor”.
No dia 3 de maio, o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, o projecto chega ao fim. Serão impressas 11 cópias do dicionário e enviadas para 11 países onde as revoluções ainda estão a decorrer (Arábia Saudita, Argélia, Bahrein, Egito, Iémen, Irão, Iraque, Líbia, Marrocos, Síria e Tunísia). No dicionário impresso, as pessoas poderão também saber quem libertou cada palavra. As palavras que não forem libertadas, não constarão no dicionário final e no seu lugar ficará um espaço em branco.
O conceito criativo é da agência de publicidade TORKE e foi desenvolvido e implementado em parceria com a WIZ Interactive. O projecto conta o apoio do Público, TSF, Antena 1 e Antena 3.
Tunísia - 17 de dezembro de 2010 - Mohamed Bouazizi, 26 anos, ateou fogo a si próprio e dá origem a uma onda de protestos que alastrou a vários países do Médio Oriente e Norte de África.
Síria – Mais de 1.400 pessoas mortas pelas autoridades desde o início das revoltas. As forças de segurança atacam e prendem civis indefesos, incluindo crianças.
Egito – Cerca de 8.000 pessoas foram presas durante o último ano por se manifestarem pelo direito à liberdade. 17 mulheres foram obrigadas a fazer “testes de virgindade”.
Bahrein – Mais de 500 pessoas foram presas até ao momento. Os profissionais de saúde são impedidos de auxiliar os manifestantes e os que ajudam são presos e torturados.
Mais de um ano após o início dos protestos em países do Médio Oriente e Norte África – como a Arábia Saudita, Bahrein, Egito, Iémen, Irão, Líbia e Síria – os graves abusos dos direitos humanos continuam. A liberdade de expressão não é respeitada e os manifestantes são censurados pelos seus governos, que bloqueiam o uso da internet nestes países. Desta forma, o mundo desconhece o que se passa e não pode ser solidário com os protestos.
No dia 11 de fevereiro assinala-se o Dia de Ação Global sobre as manifestações no Médio Oriente e Norte de África. Neste dia, tal como aconteceu há mais de um ano, queremos dar voz a estes manifestantes e amplificar a sua mensagem através das redes sociais.
Neste contexto, a Amnistia Internacional Portugal criou o projeto Freedom Dictionary, que irá libertar palavras que estão presas pela censura. O projecto consiste na criação de um dicionário, composto por 155.000 palavras que serão libertadas pelas pessoas através da internet. Para participar no projeto, basta entrar no site www.freedomdictionary.org, escolher uma palavra para libertar e partilhar nas redes sociais. Cada pessoa poderá libertar apenas uma palavra e esta ficará associada ao seu nome, dando os merecidos créditos ao “redentor”.
No dia 3 de maio, o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, o projecto chega ao fim. Serão impressas 11 cópias do dicionário e enviadas para 11 países onde as revoluções ainda estão a decorrer (Arábia Saudita, Argélia, Bahrein, Egito, Iémen, Irão, Iraque, Líbia, Marrocos, Síria e Tunísia). No dicionário impresso, as pessoas poderão também saber quem libertou cada palavra. As palavras que não forem libertadas, não constarão no dicionário final e no seu lugar ficará um espaço em branco.
O conceito criativo é da agência de publicidade TORKE e foi desenvolvido e implementado em parceria com a WIZ Interactive. O projecto conta o apoio do Público, TSF, Antena 1 e Antena 3.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Dicionário da liberdade - Liberte uma palavra!
Liberte hoje uma palavra! Seja solidário com a luta pela liberdade no Médio Oriente e Norte de África. Saiba mais sobre o novo dicionário da liberdade da Amnistia Internacional Portugal:
http:// www.amnistia-internacional.pt/ index.php?option=com_content&vi ew=article&id=872%3Asem-palavr as-nao-ha-liberdade&catid=35%3 Anoticias&Itemid=23
http://
domingo, 27 de novembro de 2011
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