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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Passar a fronteira da Síria para o Líbano é agora mais difícil. As autoridades libanesas criaram novas regras, que exigem um visto para entrada no país. A Amnistia Internacional insta a comunidade internacional a agir.
O visto imposto pelo Líbano tem diversas categorias, como turismo, tratamento médico, negócios, entre outras. Todas exigem a apresentação de documentação específica, quando muitos refugiados fogem só com a roupa que têm no corpo.
Aos refugiados que já se encontram no país, as autoridades vão permitir renovarem as autorizações de residência a cada 6 meses. Para tal, terão de pagar cerca de 168 euros, o que para muitos será impossível.
O Líbano acolhe já mais de 1,2 milhões de refugiados da Síria, o equivalente a um quarto da sua própria população. Prevê ainda abrir exceções para casos com necessidades humanitárias, embora estejam por definir os critérios da escolha.
A Amnistia Internacional reconhece o esforço do país e de outros Estados da região que acolhem um número sem precedentes de refugiados. Insta por isso a comunidade internacional a fazer mais para ajudar nesta crise humanitária.
Mais em http://bit.ly/1BEmszC

quinta-feira, 10 de julho de 2014



Acabar com a morte e sofrimento nas fronteiras europeias

 
Ajude-nos a proteger os refugiados e migrantes das políticas restritivas de asilo e migração na Europa.
“Quando o barco afundou não consegui encontrar os meus amigos (…) tentei ajudar os outros mas não pude (…) foi difícil nadar durante horas. Na água todos estavam à procura da família e dos amigos.”
Mohammed, 21 anos, refugiado sírio, descrevendo à Amnistia Internacional em maio de 2014 a experiência pela qual passou a 11 de outubro de 2013 quando o barco no qual seguia com aproximadamente 400 pessoas afundou a 70 milhas de Lampedusa.
 
Todos os anos milhões de pessoas em todo o mundo são forçadas a fugir devido a conflitos, perseguição e pobreza. Apenas uma pequena parte procura refúgio e melhores condições de vida na Europa que, ao longo dos anos, tem endurecido as suas leis e práticas de acolhimento de refugiados e migrantes. 
Todos os anos centenas de pessoas morrem na perigosa travessia de barco para tentar chegar ao continente europeu. Incontáveis outros são escorraçados das fronteiras europeias ou ficam aprisionados em países vizinhos que não respeitam os seus direitos. 
 
Junte-se a nós no apelo aos líderes europeus para que as fronteiras europeias não sejam construídas à custa do sangue e desespero de quem tenta a salvação neste continente. O seu apelo será enviado ao Primeiro-ministro português Pedro Passos Coelho.