domingo, 8 de março de 2015

Tirem as mãos dos nossos corpos”: manifesto insta Estados a pararem de tentar controlar as vidas das mulheres
A Amnistia Internacional lança um novo manifesto, com a aproximação do Dia Internacional da Mulher, em que os Governos do mundo inteiro são instados a porem fim às tentativas de controlarem e criminalizarem a sexualidade e as escolhas das raparigas e mulheres.
Este manifesto, integrado na campanha O Meu Corpo, os Meus Direitos da Amnistia Internacional, urge os Estados a removerem os obstáculos que persistem nos serviços de saúde sexual e reprodutiva, na educação e na prestação de informação, pondo um fim a leis e práticas que são discriminatórias.
Publicado em vésperas do Dia Internacional da Mulher, 8 de Março, o manifesto enuncia os direitos que todas as mulheres e raparigas têm sobre os seus próprios corpos. Apesar dos avanços feitos desde a assinatura, há duas décadas, de um acordo global histórico sobre a igualdade de género, em Pequim, observa-se atualmente um retrocesso que resultou em mulheres e raparigas no mundo inteiro serem privadas dos seus direitos sexuais e reprodutivos.
“Embora dezenas de países tenham proibido os casamentos forçados e a mutilação genital feminina nestes últimos 20 anos, tais práticas continuam a ocorrer de forma difundida”, frisa a coordenadora da campanha O Meu Corpo, os Meus Direitos da Amnistia Internacional, Jessie Macneil-Brown.
A perita da organização de direitos humanos sublinha que “as graves violações dos direitos sexuais e reprodutivos de raparigas e mulheres são um problema muito importante”. “Em alguns países, a interrupção da gravidez é ainda totalmente proibida e há mulheres presas até por suspeitas de terem abortado ou sofrido um aborto espontâneo”, prossegue.

in http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=2033:2015-03-06-14-04-40&catid=58:2014-02-19-17-04-46&Itemid=134
Retrocesso mundial nos direitos das mulheres está a ter um impacto devastador
Assiste-se atualmente a um recuo vicioso que ameaça retirar às mulheres e raparigas os seus direitos, duas décadas depois de ter sido adotado um acordo global histórico na igualdade de género, alerta a Amnistia Internacional neste Dia Internacional da Mulher, 8 de março, e ao aproximar-se uma importante cimeira sobre estas questões que irá realizar-se nas Nações Unidas em Nova Iorque.
A organização de direitos humanos insta os Governos do mundo inteiro a construírem sobre os progressos já feitos em matéria de direitos das mulheres e a agirem urgentemente de forma a honrarem esses compromissos. “Há 20 anos, os líderes mundiais reuniram-se em Pequim e fizeram a promessa de proteger e promover os direitos das mulheres e raparigas em todo o mundo. Mas hoje, ao assinalarmos o Dia Internacional da Mulher, estamos a assistir a um retrocesso em muitos países nos avanços que se tinham feito nos direitos das mulheres”, avalia a diretora do programa Género, Sexualidade e Identidade da Amnistia Internacional, Lucy Freeman.
“Embora as conquistas feitas desde a adoção da Declaração de Pequim sejam muito significativas, uma total e verdadeira igualdade de género ainda não foi alcançada em nenhum país do mundo, e os direitos de mulheres e raparigas estão ameaçados”, explica a perita.
Num momento em que a Comissão das Nações Unidas sobre o Estatuto da Mulher avalia os progressos feitos no âmbito da Declaração e da Plataforma de Ação de Pequim, adotada em 1995 – e o organismo fará na segunda-feira, 9 de março, uma declaração sobre essa avaliação –, a Amnistia Internacional alerta que os conflitos e o aumento do extremismo violento expõem um número muitíssimo elevado de mulheres a múltiplos abusos de direitos humanos, incluindo a violação, raptos e escravidão sexual.
Mulheres no mundo inteiro continuam a enfrentar discriminação, é-lhes negado acesso igual à participação na vida pública e política e são alvo de violência e abusos sexuais ou com base no género tanto em casa como em lugares públicos. Os defensores de direitos humanos das mulheres enfrentam ameaças, intimidação e ataques, às vezes pagando mesmo com as próprias vidas os esforços que fazem em prol dos progressos da igualdade de género.

in http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=2034:2015-03-06-18-10-27&catid=58:2014-02-19-17-04-46&Itemid=134

Decorreu mais uma intervenção pública da Amnistia Internacional (Núcleo de Estremoz) sobre o tema "Igualdade de género". Foi realizada a convite da Junta de Freguesia de Evoramonte ( a quem agradecemos o convite) e inseriu-se nas celebrações do Dia Internacional da Mulher.
Foram apresentadas e debatidas várias formas de discriminação que impedem a igualdade de género.
Foi, também, apresentada a origem histórica do 8 de março e a ideia de que os direitos das mulheres são direitos humanos pelos quais todos os seres humanos deverão lutar!



Realizou-se, na Biblioteca Municipal, no passado dia 5 de março uma Sessão Pública da Amnistia Internacional (Núcleo de Estremoz) subordinada ao tema "Violência de género". Foram a presentadas e discutidas algumas das formas de violência exercidas sobre a mulher quer no contexto da família, das comunidades e do próprio Estado. Foi igualmente apresentado o trabalho da Amnistia em relação àquilo que considera o maior escândalo de violação de Direitos Humanos que ocorre no mundo!

segunda-feira, 2 de março de 2015

A convite da Junta de Freguesia de Évoramonte, o Núcleo de Estremoz da Amnistia participa nas celebrações do 8 de março! Falar-se-á de "Igualdade de género"!


Para assinalar o dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, vai realizar-se na Biblioteca Municipal de Estremoz, no próximo dia 5, quinta feira uma sessão pública onde se debaterá o tema "Violência de género". Estão todos/as convidados a participar!
Porque é um assunto que diz respeito a todos os seres humanos!...

terça-feira, 20 de janeiro de 2015



 

O Núcleo de Estremoz da Amnistia Internacional dinamizou hoje duas sessões de Educação para os Direitos Humanos, uma na Escola Secundária de Estremoz e outra na Escola B2/3 do Redondo. Os temas foram: "Direitos Humanos" e "Violência contra as Mulheres". Sensibilizar para a importância dos Direitos Humanos e da sua defesa, contribuir para a formação de jovens conscientes, informados e com sentido crítico, são os nossos objetivos!