segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

A Maratona de Cartas já está a fazer efeito!
Boas Notícias!


Foi permitido à filha da ativista chinesa Liu Ping visitar a mãe na prisão. Liao Minyue já tinha pedido permissão para a visita, mas fora recusada. A pressão internacional em torno do caso terá contribuído para que Liao pudesse agora visitar a mãe. Após a visita, enviou a seguinte mensagem para todos vocês:
"Estou muito comovida com todas as ações pela minha mãe. Quero agradecer a todas as pessoas que têm feito campanha pelo caso dela".
Liu Ping cumpre 6 anos de prisão por ousar lutar contra a corrupção na China. Em tribunal foi acusada de "provocar discussões e problemas". Tudo o que fez foi organizar uma manifestação e segurar um cartaz que pedia aos governantes que tornassem públicos os seus rendimentos.
Atuem! Estamos a ser ouvidos.
Assinem o apelo em seu nome e partilhem este post.
amnistia-internacional.pt/liberdade
‪#‎MaratonaCartas‬



Em dezembro, levamos a Maratona de Cartas ao mercado de sábado! O frio não foi suficiente para impedir os jovens ativistas de falar com os estremocenses e informar sobre os casos tratados pela Amnistia nesta Maratona!

 
Em novembro, Estremoz foi "Cidade pela Vida, contra a Pena de Morte"! O Pelourinho foi iluminado, foi acendida uma vela e várias alunas da Academia Sénior fizeram a leitura de poemas. Com estes pequenos gestos simbólicos manifestamos a nossa oposição à Pena de Morte, valorizando a vida e a liberdade! Um mundo mais humano para todos os seres humanos, é o que nos move!




Que 2015 seja um ano de renovação e de continuada luta pela defesa dos Direitos Humanos!
 
Obrigado a todos os que, em 2014, se juntaram a nós no esforço de "acender uma vela"!
 
Boas Festas!

terça-feira, 11 de novembro de 2014

 
 
MÉXICO
 

A  investigação ao desaparecimento forçado e às mortes extrajudiciais de 43 estudantes no México,em setembro passado, foi limitada e incompleta, acusa a Amnistia Internacional.
As declarações do procurador-geral do México, Jesús Murillo Karam, admitindo que os estudantes poderão ter sido mortos e os corpos queimados e largados a um rio, não dão respostas cabais sobre a cumplicidade do Governo nesta tragédia.
“O desaparecimento destes estudantes é o mais recente incidente numa... longa linha de horrores que infestam o estado de Guerrero e o resto do país. Os sinais de alerta da corrupção e da violência estão à vista de todos há muitos anos”, sublinha a diretora do Programa Américas da Amnistia Internacional, Erika Guevara Rosas.
“Se as alegações contra o presidente da Câmara de Iguala e a polícia tivessem sido investigadas quando ocorreram outras violações dos direitos humanos, é provável que o desaparecimento forçado e o horrível homicídio destes 43 estudantes não acontecesse”.
http://bit.ly/1xf6EF4

in http://www.amnistia-internacional.pt/



Realizou-se no passado dia 5, na Biblioteca Municipal de Estremoz uma sessão pública de apresentação da campanha "Stop Tortura". Esta sessão contou com o testemunho presencial de Domingos Abrantes e Conceição Matos, ex-presos político sujeitos a tortura. o seu testemunho foi o exemplo bem vivo de quanto esta prática é desumana e inaceitável. Foi um relato muito comovente e, sobretudo, uma boa lição de história. Obrigada aos convidados e a todos os participantes!
No final da sessão os presentes assinaram duas petições da Amnistia, referentes ao caso de Moses Akatugba e de Liu Ping.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Estremoz já tem escola amiga dos direitos humanos
A Escola Secundária Rainha Santa Isabel, de Estremoz, é a sexta a integrar o projeto da Amnistia Internacional ‘Escolas Amigas dos Direitos Humanos’. A reunião inaugural decorreu esta quarta-feira, 22 de outubro, numa sala que se encheu com representantes da escola e da comunidade local.
Professores, direção da escola, alunos, associação de pais, funcionários administrativos e um representante da Academia Sénior de Estremoz fizeram questão de estar presentes na primeira reunião com a Amnistia Internacional Portugal. O objetivo era dar início ao projeto já com o grupo de trabalho que o vai desenvolver e analisar as condições favoráveis e desfavoráveis à implementação de um projeto desta natureza na escola . Mais tarde prevê-se a integração nos trabalhos de um representante do Centro de Saúde e outro dos assistentes operacionais da escola.
 
“O que se pretende com este projeto é ter a comunidade toda envolvida, por isso, o facto de todas estas pessoas terem estado presentes, foi muito positivo, até para que a análise da escola que foi feita tivesse o input de todos estes atores”, refere Luísa Marques, responsável em Portugal pelas Escolas Amigas dos Direitos Humanos. 
 
O projeto passa por transformar as instituições de ensino em espaços que educam para os direitos humanos, fomentando dentro da escola valores como a democracia, a igualdade, a não discriminação, a justiça e a responsabilidade. Cinco escolas eram já “Amigas dos Direitos Humanos”: o Agrupamento de Escolas do Levante da Maia (na Maia, Porto), a Escola Secundária Dr. Serafim Leite (em S. João da Madeira, Aveiro), a Escola EB 2,3/S Pedro Ferreiro (em Ferreira do Zêzere, Santarém), a Escola Secundária Gama de Barros (no Cacém, Lisboa) e a Escola Secundária Professor Reynaldo dos Santos (em Vila Franca de Xira, Lisboa).
 
A entrada da Escola Secundária Rainha Santa Isabel para este grupo permite colmatar uma lacuna. “Faltava a região do Alentejo, que agora integra o projeto”, congratula-se Luísa Marques.