quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Continua a recolha de leite e papas lácteas para entregar no Centro Social e Paroquial de Santo André, em Estremoz. Colaborem! Amanhã ainda é dia!
 
Pobreza é ficar indiferente!

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Escolas que participaram no projeto piloto que começou em Portugal no ano letivo 2013-2014:

Agrupamento de Escolas do Levante da Maia (na Maia, Porto)
Escola Secundária Dr. Serafim Leite (em S. João da Madeira, Aveiro),
Escola EB 2,3/S Pedro Ferreiro (em Ferreira do Zêzere, Santarém),
Escola Secundária Gama de Barros (no Cacém, Lisboa)
Escola Secundária Professor Reynaldo dos Santos (em Vila Franca de Xira, Lisboa)

 No presente ano, junta-se a Escola Secundária Rainha Santa Isabel em Estremoz!



Países onde o projeto já decorre:

O projeto, que foi lançado há cinco anos pela Amnistia, marca hoje presença em 92 escolas de vinte países em todo o mundo: Europa (Dinamarca, Hungria, Irlanda, Polónia e República Checa), África e América Latina. Mais de cinco mil professores e cerca de 84 mil estudantes estão envolvidos no projeto.
Escolas Amigas dos Direitos Humanos
A Amnistia Internacional trouxe para Portugal o projeto Escolas Amigas dos Direitos Humanos, que visa transformar as instituições de ensino em espaços que educam para os direitos humanos.
O objetivo é que façam parte do dia-a-dia da escola valores como a democracia, a igualdade, a não discriminação, a justiça e a responsabilidade. Tal implica reformular e adaptar regras, práticas e vivências, tornando a escola mais plural, participativa, diversa e inclusiva.
Mudanças que passam pelo envolvimento de todos, alunos, encarregados de educação, professores e pessoal não docente, embora exista em cada escola um professor coordenador.

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 http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1540

Decorreu hoje na Escola Secundária Rainha Santa Isabel de Estremoz a primeira reunião do projeto "Escolas Amigas dos Direitos Humanos". Estiveram presentes professores, alunos, representes do pessoal não docente, Associação de Pais, a direção da escola e representantes da comunidade local. O objetivo deste projeto é capacitar todas as pessoas da comunidade escolar para "fazerem uso dos seus direitos e para respeitarem e garantirem os direitos dos outros." Desenvolve-se em vários âmbitos: governança, relações interpessoais, programas e atividades extracurriculares e ambiente escolar. Sobre todos estes aspetos foi feita, pelos presentes, uma avaliação dos pontos fortes e fracos. Foi este o primeiro passo!

terça-feira, 14 de outubro de 2014

"Semana de combate à pobreza e à exclusão social"
 
Em Estremoz, o Clube dos Direitos Humanos da ESRSI em colaboração com o núcleo local da Amnistia Internacional promovem várias atividades de sensibilização sobre este problema. Entre elas destaca-se a recolha de leite e papas lácteas para entregar, posteriormente, no Centro Social e Paroquial de Sto André. Colaborem!
Porque pobreza é ficar indiferente!

Mais de uma centena de ações estão a ser promovidas um pouco por todo o país, por 248 organizações e associações locais, para assinalar a Semana pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social, que decorre até domingo, 19 de outubro. Descubra no mapa a ação mais perto de si e ajude a lembrar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (17 de outubro).
Mobilizar e sensibilizar a sociedade portuguesa para a problemática da pobreza e da exclusão social, enquanto efetivas violações dos direitos humanos, é o objetivo da iniciativa. Se em 2012 os números referiam 124,5 milhões de pessoas em risco de pobreza na União Europeia, “a crise económica agravou esta situação, expondo ainda mais os grupos vulneráveis”, lê-se no documento de apresentação da Semana.
Por tudo isso, continua, “a sociedade civil, mais do que nunca, tem um papel determinante na visibilidade da luta contra a pobreza e a exclusão social, na sensibilização dos vários setores da sociedade e na procura de responsabilização de todos estes”.

domingo, 12 de outubro de 2014

Malala Yousafzai e Kailash Satyarthi são inspiradores na defesa dos direitos das crianças
“O Comité Nobel reconhece a importância fundamental dos direitos das crianças para o futuro do nosso mundo”, aplaude o secretário-geral da Amnistia Internacional, Salil Shetty, no seguimento do anúncio da atribuição do Prémio Nobel da Paz à defensora do direito à educação, a paquistanesa Malala Yousafzai, e ao defensor dos direitos das crianças indiano, Kailash Satyarthi.
“A escolha dos vencedores mostra que [os direitos das crianças] são um assunto que nos interessa a todos, independentemente da nossa idade, género, país ou religião”, continua. “O trabalho de Malala Yousafzai e Kailash Satyarthi representa a luta de milhões de crianças em todo o mundo. [A atribuição do Nobel] é um prémio para os defensores de direitos humanos que estão dispostos a dedicar-se inteiramente a promover a educação e os direitos das crianças mais vulneráveis do mundo”.
Malala é, para o secretário-geral da Amnistia Internacional, “um exemplo poderoso, que inspirou pessoas de todo o mundo e que foi merecidamente reconhecido pelo Comité Nobel. A coragem que mostrou frente a tamanha adversidade é verdadeiramente inspiradora”. Salil Shetty acrescenta: “as suas ações simbolizam o que significa erguermo-nos pelos nossos direitos – com a simples exigência de ter acesso ao direito humano básico da educação”.
Quanto a Kailash Satyarthi, “dedicou a vida a ajudar milhões de crianças que, na Índia, são forçadas à escravatura e trabalham em condições atrozes”, diz Salil Shetty. E congratula-se: “ter sido nomeado é o reconhecimento da campanha incansável, e que dura há décadas, da sociedade civil sobre o tráfico de crianças e o trabalho infantil na Índia”.
O secretário-geral termina: “a nível pessoal, estou muito contente que o prémio tenha ido para duas pessoas que conheço e admiro. Kailash é um amigo antigo e um companheiro ativista dos direitos humanos. Tive também o privilégio de conhecer Malala quando veio receber o prémio Embaixadora de Consciência da Amnistia Internacional, no ano passado”.
in - http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1833:2014-10-10-12-13-12&catid=35:noticias&Itemid=23