terça-feira, 14 de outubro de 2014

"Semana de combate à pobreza e à exclusão social"
 
Em Estremoz, o Clube dos Direitos Humanos da ESRSI em colaboração com o núcleo local da Amnistia Internacional promovem várias atividades de sensibilização sobre este problema. Entre elas destaca-se a recolha de leite e papas lácteas para entregar, posteriormente, no Centro Social e Paroquial de Sto André. Colaborem!
Porque pobreza é ficar indiferente!

Mais de uma centena de ações estão a ser promovidas um pouco por todo o país, por 248 organizações e associações locais, para assinalar a Semana pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social, que decorre até domingo, 19 de outubro. Descubra no mapa a ação mais perto de si e ajude a lembrar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (17 de outubro).
Mobilizar e sensibilizar a sociedade portuguesa para a problemática da pobreza e da exclusão social, enquanto efetivas violações dos direitos humanos, é o objetivo da iniciativa. Se em 2012 os números referiam 124,5 milhões de pessoas em risco de pobreza na União Europeia, “a crise económica agravou esta situação, expondo ainda mais os grupos vulneráveis”, lê-se no documento de apresentação da Semana.
Por tudo isso, continua, “a sociedade civil, mais do que nunca, tem um papel determinante na visibilidade da luta contra a pobreza e a exclusão social, na sensibilização dos vários setores da sociedade e na procura de responsabilização de todos estes”.

domingo, 12 de outubro de 2014

Malala Yousafzai e Kailash Satyarthi são inspiradores na defesa dos direitos das crianças
“O Comité Nobel reconhece a importância fundamental dos direitos das crianças para o futuro do nosso mundo”, aplaude o secretário-geral da Amnistia Internacional, Salil Shetty, no seguimento do anúncio da atribuição do Prémio Nobel da Paz à defensora do direito à educação, a paquistanesa Malala Yousafzai, e ao defensor dos direitos das crianças indiano, Kailash Satyarthi.
“A escolha dos vencedores mostra que [os direitos das crianças] são um assunto que nos interessa a todos, independentemente da nossa idade, género, país ou religião”, continua. “O trabalho de Malala Yousafzai e Kailash Satyarthi representa a luta de milhões de crianças em todo o mundo. [A atribuição do Nobel] é um prémio para os defensores de direitos humanos que estão dispostos a dedicar-se inteiramente a promover a educação e os direitos das crianças mais vulneráveis do mundo”.
Malala é, para o secretário-geral da Amnistia Internacional, “um exemplo poderoso, que inspirou pessoas de todo o mundo e que foi merecidamente reconhecido pelo Comité Nobel. A coragem que mostrou frente a tamanha adversidade é verdadeiramente inspiradora”. Salil Shetty acrescenta: “as suas ações simbolizam o que significa erguermo-nos pelos nossos direitos – com a simples exigência de ter acesso ao direito humano básico da educação”.
Quanto a Kailash Satyarthi, “dedicou a vida a ajudar milhões de crianças que, na Índia, são forçadas à escravatura e trabalham em condições atrozes”, diz Salil Shetty. E congratula-se: “ter sido nomeado é o reconhecimento da campanha incansável, e que dura há décadas, da sociedade civil sobre o tráfico de crianças e o trabalho infantil na Índia”.
O secretário-geral termina: “a nível pessoal, estou muito contente que o prémio tenha ido para duas pessoas que conheço e admiro. Kailash é um amigo antigo e um companheiro ativista dos direitos humanos. Tive também o privilégio de conhecer Malala quando veio receber o prémio Embaixadora de Consciência da Amnistia Internacional, no ano passado”.
in - http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1833:2014-10-10-12-13-12&catid=35:noticias&Itemid=23
Já conhecem a Rede de Ações Urgentes?
Aqui fica um bom exemplo de como funciona...

Na semana passada, os jornais e as televisões davam conta da descoberta de valas comuns no México, perto do local onde desapareceram 43 estudantes. Testemun...has viram os jovens ser levados pela polícia municipal e por homens armados não identificados, que atuam com o consentimento das autoridades.

http://www.publico.pt/mundo/noticia/valas-comuns-encontradas-na-zona-onde-desapareceram-43-estudantes-mexicanos-1671916

A Amnistia Internacional já tinha uma equipa a investigar o caso e decidiu emitir uma Ação Urgente. Pessoas de todo o mundo receberam o alerta e estão a usar a caneta como arma para travar mais esta injustiça!

Neste momento estão a escrever à Procuradoria-Geral da República pedindo uma investigação cuidada ao desaparecimento forçado dos estudantes, apoio aos peritos forenses internacionais e o julgamento dos culpados.

Querem fazer parte deste grupo que luta contra as injustiças? Inscrevam-se na Rede de Ações Urgentes em http://bit.ly/Ativista.
 
Em nenhuma circunstância a Pena de Morte pode ser permitida!
Lutamos por um mundo mais humano, sem Pena de Morte!


Não fique indiferente! Colabore!