sábado, 9 de agosto de 2014

Ya estamos en la Embajada de #EEUU, vamos a pedir que detengan el envío de armas a Israel.

No más #civilesbajoataques #ParenLasArmas
Amnistia Internacional Chile




Os ativistas da Amnistia Internacional Chile concentraram-se na Embaixada dos Estados Unidos no Chile para pedir que o principal exportador de armas para Israel termine esta prática.

Foto de Amnistía Internacional - Chile.
Afinal, qual é a posição da Amnistia Internacional e o que está a organização a fazer sobre Gaza?
• Porque é que a Amnistia Internacional não condenou as autoridades israelitas?
• Porque é que a Amnistia Internacional não condenou o Hamas ...por disparar rockets sobre Israel?
• Porque é que a Amnistia Internacional lhe chama um conflito? Não é isto uma ocupação de Gaza por Israel?

Estas e outras perguntas essenciais são respondidas neste vídeo, a ver na íntegra: www.youtube.com/watch?v=GE58JfnRk3E&feature=youtu.be
 

segunda-feira, 28 de julho de 2014



É imperativo parar o massacre em Gaza!

 
Mais de 550 palestinianos mortos, 1 milhão e 200 mil sem acesso a água potável e saneamento básico e milhares desalojados e deslocados. Ajude-nos a acabar com este massacre!

Desde o início da ofensiva militar em Gaza, Operação “Protective Edge,” iniciada pelo governo israelita a 8 de julho já morreram centenas de palestinianos e dezenas de israelitas. Ambos os lados têm cometido violações da lei internacional de direitos humanos e de direito internacional humanitário.
“Ataques deliberados contra casas civis são crimes de guerra, e a dimensão esmagadora da destruição de casas de civis, em alguns casos com famílias inteiras lá dentro, aponta para um aflitivo padrão de conduta de repetidas violações das leis da guerra”, defende o diretor do Programa Médio Oriente e Norte de África da Amnistia Internacional, Philip Luther.
 
Os mais recentes ataques contra instalações médicas por parte dos soldados israelitas demonstra um preocupante padrão de ataques sistemáticos contra civis indefesos que se junta a outros possíveis crimes de guerra que deverão ser investigados o mais depressa possível de forma independente e imparcial. 
 
Também o Hamas e outros grupos armados palestinianos têm levado a cabo ataques indiscriminados contra a população israelita. “Os grupos armados palestinianos na Faixa de Gaza têm de parar de armazenar munições e disparar rockets a partir de zonas residenciais”, insta o diretor do Programa Médio Oriente e Norte de África da Amnistia Internacional.
 
Apele ao Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal que realize todos os esforços para um embargo de armas e que use a sua capacidade de negociação para apelar à investigação das violações de direitos humanos em Gaza.
 
Foi a noite mais calma em várias semanas, mas também as últimas horas de um cessar-fogo que revelou uma destruição a uma escala brutal. É preciso manter forte a mobilização por um embargo de armas aprovado nas Nações Unidas e uma investigação internacional aos crimes de guerra cometidos no conflito Israel/Gaza.
Assinem a petição da Amnistia Internacional, ajudem a fazer ouvir bem alto a mensagem pela proteção dos civis: http://bit.ly/Gaza_Israel
 
amnistia-internacional.pt

quinta-feira, 10 de julho de 2014



Acabar com a morte e sofrimento nas fronteiras europeias

 
Ajude-nos a proteger os refugiados e migrantes das políticas restritivas de asilo e migração na Europa.
“Quando o barco afundou não consegui encontrar os meus amigos (…) tentei ajudar os outros mas não pude (…) foi difícil nadar durante horas. Na água todos estavam à procura da família e dos amigos.”
Mohammed, 21 anos, refugiado sírio, descrevendo à Amnistia Internacional em maio de 2014 a experiência pela qual passou a 11 de outubro de 2013 quando o barco no qual seguia com aproximadamente 400 pessoas afundou a 70 milhas de Lampedusa.
 
Todos os anos milhões de pessoas em todo o mundo são forçadas a fugir devido a conflitos, perseguição e pobreza. Apenas uma pequena parte procura refúgio e melhores condições de vida na Europa que, ao longo dos anos, tem endurecido as suas leis e práticas de acolhimento de refugiados e migrantes. 
Todos os anos centenas de pessoas morrem na perigosa travessia de barco para tentar chegar ao continente europeu. Incontáveis outros são escorraçados das fronteiras europeias ou ficam aprisionados em países vizinhos que não respeitam os seus direitos. 
 
Junte-se a nós no apelo aos líderes europeus para que as fronteiras europeias não sejam construídas à custa do sangue e desespero de quem tenta a salvação neste continente. O seu apelo será enviado ao Primeiro-ministro português Pedro Passos Coelho.