quinta-feira, 10 de julho de 2014
Jantar de trabalho onde foi elaborado e aprovado o Relatório do Núcleo de Estremoz no período correspondente ao último semestre. Obrigada a todas as pessoas que têm contribuído para a concretização das atividades do Núcleo. Obrigada a todos e a todas que, com o seu contributo, ajudam a proteger a vida e a defender os direitos de todos os seres humanos, sem exceção!
quarta-feira, 9 de julho de 2014
EUA e outros países da região estão a falhar na proteção de crianças migrantes não acompanhadas
O número de crianças não acompanhadas que atravessam a fronteira do México com os Estados Unidos disparou para quase 50 mil, esperando-se uma subida ainda maior este ano – para o que a Amnistia Internacional insta a Administração norte-americana a adotar medidas imediatas de resolução desta crise humanitária e a assegurar que os direitos dos menores migrantes são garantidos.
Muitas destas crianças fogem de cenários de crime organizado e de violência de gangues, de situações de extrema insegurança e pobreza nos países de origem, onde se incluem as Honduras, Guatemala, Nicarágua, México e El Salvador. Os níveis sem precedentes de violência de gangues e do crime organizado no México e em muitos países da América Central estão a forçar milhares de menores não acompanhados a deslocarem-se para os Estados Unidos, enfrentando viagens profundamente desgastantes e perigosas.
A maioria ruma como clandestinos no topo de comboios de carga e acaba por enfrentar realidades de discriminação e xenofobia, são alvos de traficantes de droga e de tráfico humano, presas muito vulneráveis a rapto e de gangues criminosos – muitas vezes em conluio com funcionários governamentais.
Todos os anos, milhares de migrantes são vítima de abusos, raptos e violação. Todos os migrantes arriscam estes abusos brutais, mas as mulheres e crianças – e em especial os menores não acompanhados – estão numa situação de particular vulnerabilidade. E aqueles que cometem estes abusos contra migrantes só muito raramente são responsabilizados perante a justiça.
Ver mais: http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1746:2014-07-08-10-57-41&catid=35:noticias&Itemid=23
O número de crianças não acompanhadas que atravessam a fronteira do México com os Estados Unidos disparou para quase 50 mil, esperando-se uma subida ainda maior este ano – para o que a Amnistia Internacional insta a Administração norte-americana a adotar medidas imediatas de resolução desta crise humanitária e a assegurar que os direitos dos menores migrantes são garantidos.Muitas destas crianças fogem de cenários de crime organizado e de violência de gangues, de situações de extrema insegurança e pobreza nos países de origem, onde se incluem as Honduras, Guatemala, Nicarágua, México e El Salvador. Os níveis sem precedentes de violência de gangues e do crime organizado no México e em muitos países da América Central estão a forçar milhares de menores não acompanhados a deslocarem-se para os Estados Unidos, enfrentando viagens profundamente desgastantes e perigosas.
A maioria ruma como clandestinos no topo de comboios de carga e acaba por enfrentar realidades de discriminação e xenofobia, são alvos de traficantes de droga e de tráfico humano, presas muito vulneráveis a rapto e de gangues criminosos – muitas vezes em conluio com funcionários governamentais.
Todos os anos, milhares de migrantes são vítima de abusos, raptos e violação. Todos os migrantes arriscam estes abusos brutais, mas as mulheres e crianças – e em especial os menores não acompanhados – estão numa situação de particular vulnerabilidade. E aqueles que cometem estes abusos contra migrantes só muito raramente são responsabilizados perante a justiça.
Ver mais: http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1746:2014-07-08-10-57-41&catid=35:noticias&Itemid=23
Na determinação cega de fechar fronteiras, a União Europeia está a pôr em risco as vidas e os direitos de refugiados e migrantes: as políticas de migração e as práticas de controlo de fronteiras da "Fortaleza Europa" têm um custo humano brutal e que está a ser pago por algumas das mais vulneráveis populações do mundo.
O novo relatório da Amnistia Internacional, divulgado hoje, lança renovado alerta de que é preciso fazer soar bem alto a mensagem de SOS à Europa: as pessoas estão acima das fronteiras!
O novo relatório da Amnistia Internacional, divulgado hoje, lança renovado alerta de que é preciso fazer soar bem alto a mensagem de SOS à Europa: as pessoas estão acima das fronteiras!
Mais: http://bit.ly/1lTjMVp

Ao tentar chegar à Europa, fugindo à perseguição e à pobreza, milhares de pessoas morrem todos os anos.
É preciso agir! Porque as pessoas estão antes das fronteiras!
https://www.facebook.com/aiportugal?fref=ts
terça-feira, 8 de julho de 2014
Dezenas de milhares de crianças estão a atravessar não acompanhadas as fronteiras do México com os Estados Unidos em fuga de violência, do crime organizado e da pobreza extrema. Fazem viagens desgastantes e perigosas, algumas destas crianças com apenas cinco anos, para chegarem a território norte-americano, a um vislumbre de segurança. Acabam detidas e prontamente deportadas para os países de origem onde, frequentemente, se tornam presas vulneráveis ao rapto, violação e morte às mãos de gangues criminosos.
Nos últimos nove meses foram registadas oficialmente já mais de 50 mil crianças não acompanhadas a chegar às fronteiras dos Estados Unidos. Estima-se que se ultrapasse as 90 mil em Setembro próximo.
A Amnistia Internacional insta a Administração norte-americana a não agravar o sofrimento destes menores, apressando-se a retirá-los do país, antes a adotar medidas que garantam que os direitos destas crianças são respeitados. Mais: http://bit.ly/1kzqbFp
inhttps://www.facebook.com/aiportugal?fref=ts
Nos últimos nove meses foram registadas oficialmente já mais de 50 mil crianças não acompanhadas a chegar às fronteiras dos Estados Unidos. Estima-se que se ultrapasse as 90 mil em Setembro próximo.
A Amnistia Internacional insta a Administração norte-americana a não agravar o sofrimento destes menores, apressando-se a retirá-los do país, antes a adotar medidas que garantam que os direitos destas crianças são respeitados. Mais: http://bit.ly/1kzqbFp
inhttps://www.facebook.com/aiportugal?fref=ts
"Os direitos humanos são um riquíssimo património histórico e civilizacional, mas não são um direito adquirido e arriscamos perdê-los se não lutarmos cada dia por eles, defendendo-os, promovendo-os, praticando-os. Contamos convosco para os manter bem vivos, agindo activamente contra as violações, a indiferença e a injustiça. Como sempre!"
Victor Nogueira (Presidente da Direção da AI Portugal)
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