segunda-feira, 23 de junho de 2014


Meriam Ibrahim foi hoje libertada graças à pressão internacional que foi exercida. A Amnistia Internacional foi uma das organizações que contribuiu para esta grande vitória, tendo mobilizado mais de um milhão de pessoas que deram a sua assinatura para que o governo sudanês libertasse Meriam, presa pelo crime de adultério e condenada à morte pelo crime de apostasia. Em Portugal foram conseguidas mais de 51 mil assinaturas. Obrigada a todos os que participaram, sem o vosso apoio. Continuem a fazer a diferença!
in amnistia-internacional.pt

terça-feira, 17 de junho de 2014

Amar es un derecho humano. Ningún gobierno tiene el derecho de impedirlo, limitarlo o castigarlo.

UNITE a Amnistía Internacional Paraguay y ayúdanos a celebrar las diferencias, http://goo.gl/oiAy3w





Em março do presente ano a Amnistia Internacional lançou mais uma campanha "O meu corpo, os meus direitos" que decorrerá ao longo de dois anos. Está focada em questões de saúde sexual e reprodutiva que afetam milhões de seres humanos em todo o mundo.
Na verdade, em pleno século XXI, muitos países continuam a permitir o casamento de crianças, a violação dentro do casamento e a criminalizar relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo. A mutilação genital feminina atinge cerca de 140 milhões de mulheres e raparigas e uma em cada três mulheres em todo o mundo já foi vítima de violência e/ou agressão sexual.

Estes são alguns números e factos que não nos podem deixar indiferentes!

Em Estremoz, vamos  juntar-nos a esta campanha, fazendo passar a mensagem a todos os responsáveis de que se trata de uma questão de direitos humanos! É preciso agir!

Faremos uma sessão pública sobre esta campanha (quinta feira, no Atéjazz, pelas 21 horas) e, na sexta, à tarde, caminharemos contra todas as discriminações de género, pelo direito à saúde física e mental, de todos, homens e mulheres!

segunda-feira, 2 de junho de 2014


Faltam dois dias para o 25º aniversário do massacre de Tiananmen.

O massacre de Tiananmen continua impune: ninguém na China foi responsabilizado pelo assalto das tropas contra o movimento pró-democracia, nem tão pouco é possív...el sequer falar do que se passou na Praça de Tiananmen na noite de 3 para 4 de junho.
Juntem-se à Amnistia Internacional no apelo às autoridades de Pequim para que façam justiça aos manifestantes de Tiananmen, apurem responsabilidades e libertem todos quantos permanecem presos apenas por terem participado nos protestos. Assinem a petição: http://bit.ly/Tiananmen_25anos
Faltam dois dias para o 25º aniversário do massacre de Tiananmen.

 

As autoridades uzbeques prometeram que Dilorom Abdukadirova podia regressar a casa, voltar para junto do marido e dos filhos, e que nada lhe aconteceria de mal. Ela acreditou e voltou. Mas foi detida assim que aterrou no Uzbequistão e teme-se que esteja a sofrer maus tratos e tortura na prisão, onde cumpre agora uma pena de dezoito anos.

Dilorom, de 44 anos, não fez mais do que participar numa ma...nifestação pacífica em 2005 em Andijan, reivindicando melhores condições de vida. Fugiu para a Austrália, sem a família, quando, em resposta àqueles protestos, o Governo lançou uma vaga de repressão brutal sobre todas as vozes dissidentes. Acabou condenada pelos crimes de atentado à ordem constitucional, de saída e entrada ilegal no país natal e, posteriormente, por ter alegadamente violado as regras prisionais.
Esta brutal injustiça é um dos casos da campanha STOP Tortura da Amnistia Internacional. Juntem-se a nós, exigindo ao Presidente do Uzbequistão a libertação imediata de Dilorom Abdukadirova e uma investigação zelosa às suspeitas de estar a sofrer tortura: http://bit.ly/Dilorom1
in Amnistia Internacional Portugal