quarta-feira, 7 de maio de 2014

Libertem as raparigas de Chibok!


Recentemente, mais de 200 raparigas estudantes foram raptadas por um grupo armado na Nigéria para serem vendidas como escravas sexuais, ou a fim de serem forçadas a casar. Apelemos às autoridades nigerianas para que desenvolvam esforços para garantir a libertação das raparigas e para que os responsáveis sejam levados à justiça.
O grupo armado islamita Boko Haram, que tem aterrorizado o nordeste da Nigéria, reivindicou o sequestro de mais de duas centenas de raparigas por se opor a qualquer forma de educação ocidental. No dia 14 de abril de 2014, na calada da noite, membros do grupo armado transportaram as raparigas em camiões para fora das instalações escolares, sem qualquer impedimento. Presume-se que algumas já terão sido vendidas, entrando assim na intrincada rede de escravatura sexual e de casamentos forçados.
 
A Amnistia Internacional estima que, desde 2010, já tenham morrido mais 2300 pessoas em consequência da campanha de terror no norte da Nigéria levada a cabo pelo grupo Boko Haram. Se no passado as autoridades militares empreenderam esforços para controlar estes radicais, pouco interesse tem demonstrado em encontrar uma solução para este caso.
 
A educação é um direito humano que todas as raparigas, em Chibok ou em qualquer outro lugar, devem poder gozar, sem receio de violência. Teme-se que este sequestro, além de colocar em perigo a vida das raparigas, possa dissuadir os pais de mandar as suas filhas para a escola, e não podemos permitir que isso aconteça.
 
Junte-se a nós neste apelo urgente à embaixadora da Nigéria no nosso país, para que as autoridades nigerianas desenvolvam esforços para garantir a libertação destas raparigas e para que o medo não comprometa o direito à educação. 

Assine o apelo! Ajude a mudar a vida de Eskinder Nega!
 
Por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que se assinala a 3 de maio, recordamos o caso de Eskinder Nega, um jornalista etíope condenado a 18 anos de prisão por criticar o governo.
O jornalista etíope Eskinder Nega foi condenado a uma pena de 18 anos de prisão em 2011, na sequência de alguns discursos e artigos que escreveu criticando o governo e apelando à liberdade de expressão. Eskinder Nega é um prisioneiro de consciência.

Há muito que Eskinder é considerado uma ameaça pelas autoridades etíopes. A sua escrita tornou-o um alvo frequente de perseguições, detenções e julgamentos. Entre 2006 e 2007, Eskinder e a sua esposa Serkalem Fasil foram detidos e levados a julgamento, acusados do crime de traição, entre outros, juntamente com 129 jornalistas, políticos da oposição e ativistas. Serkalem deu à luz o filho do casal, Nafkot, na prisão.

Em maio de 2013, Eskinder escreveu da prisão: “Viverei para ver a luz ao fim do túnel. Não sei se será uma espera longa ou não. Independentemente da forma como se desenrolarem os acontecimentos, eu irei continuar!

Recentemente as autoridades etíopes impuseram restrições às visitas que Eskinder pode receber na prisão, obrigando-o a dar o nome de apenas quatro pessoas, que serão as únicas autorizadas a visitá-lo. Estas restrições são uma violação da Constituição Etíope.

Assine o apelo.
http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_wrapper&view=wrapper&Itemid=40&sf_pid=a077000000PGautAAD

quinta-feira, 24 de abril de 2014



Dia do Livro/Celebrações do 25 de abril/ Liberdade de expressão - foi esta "trilogia" que esteve presente na sessão pública realizada pelo Núcleo da Amnistia Internacional de Estremoz! E, claro, falou-se do trabalho desenvolvido pela AI em prol da liberdade de expressão e de todos os direitos humanos. Os nossos agradecimentos à senhora Vereadora da Cultura da CME, à equipa da Biblioteca Municipal e a todas as pessoas que estiveram presentes!

Notícia da sessão de ontem sobre "liberdade de expressão" na imprensa local.



https://www.facebook.com/ejornaldeestremoz?fref=nf

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Leonel es un abogado defensor de derechos humanos que, debido a su labor, ha recibido amenazas e intimidaciones y ahora se encuentra en peligro.

Actúa ahora para proteger a las personas que defienden los derechos humanos y que los ataques no permanezcan en la impunidad. 

www.alzatuvoz.org/leonel




Afeganistão vai amanhã, 5 de abril, a votos para escolher os novos governantes. Apesar das ameaças e dos ataques dos talibã, o sentimento geral é de esperança e otimismo, e de uma determinação férrea em que nenhuma ameaça demoverá os afegãos de escolherem o seu futuro – como testemunhou nestas últimas semanas a investigadora da Amnistia Internacional Horia Mosadiq. Todo o relato, no nosso blogue de hoje no Expresso Online: http://bit.ly/QLeHXK
Vejam também a “ficha de avaliação” de direitos humanos no Afeganistão sob a égide do Presidente cessante, Hamid Karzai, divulgada hoje pela Amnistia Internacional: http://bit.ly/AfghanistanHRscorecard
http://bit.ly/QLeHXK