sexta-feira, 4 de abril de 2014

Realizou-se ontem mais uma reunião de trabalho do Núcleo de Estremoz da Amnistia Internacional. Desta vez foi no restaurante "Solar do Leão". Preparámos as atividades a realizar proximamente, por exemplo a sessão pública sobre "Liberdade de expressão" e a apresentação da campanha "O meu corpo, os meus direitos".

segunda-feira, 31 de março de 2014

O Grupo 19/Sintra da Amnistia Internacional faz hoje 25 anos!
Parabéns! E continuação de bom trabalho na defesa dos Direitos Humanos!

domingo, 30 de março de 2014

O "regime feudal" e as execuções na Guiné Equatorial em audição no Gabinete do Parlamento Europeu
A situação de direitos humanos na Guiné Equatorial esteve esta sexta-feira em debate no Gabinete do Parlamento Europeu em Lisboa, com a participação da eurodeputada Ana Gomes e a narrativa na primeira pessoa feita pelo escritor e ativista de direitos humanos guineense Juan Tomás Ávila. Ambos questionaram as verdadeiras intenções do Governo daquele país em adotar uma "moratória temporária" à pena de morte duas semanas apenas depois de ter executado pelo menos quatro pessoas.
“Não temos liberdade, nem dinheiro, nem comida. Os professores são tratados como inimigos pelas autoridades, as crianças saem das escolas a não saber quase nada, porque ao [Presidente, Teodoro] Obiang não interessa que as pessoas tenham educação”, frisou na audição Juan Tomás Ávila (na foto), o qual estará agora dois meses e meio na Europa em campanha pela liberdade e democratização do seu país natal.
Ávila, de 47 anos, descreve a Guiné Equatorial como “um regime feudal, onde acontecem as coisas mais horríveis”. “As pessoas são espancadas nas esquadras assim que lá entram, isso é o que é normal, e são alvejadas a tiro pela polícia e soldados, acusadas de intenções perigosas contra o Estado ao mínimo sinal de crítica… Todos o sabem, todos têm medo. Como é que se pode levar a sério uma promessa de suspensão da pena de morte feita por um regime que governa assim o seu povo?”, questiona Ávila, a propósito da “moratória temporária” à pena capital anunciada em fevereiro pelo Governo da Guiné Equatorial. (publicaremos em breve a entrevista na íntegra a Juan Tomás Ávila)
A Guiné Equatorial, que está em vias de ser aceite como membro de pleno direito da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), executou há apenas dois meses pelo menos quatro pessoas, senão mesmo nove, esvaziando os seus corredores da morte desta forma duas semanas antes de anunciar uma suspensão da pena capital, condição que lhe era exigida pelos países da CPLP. Estas execuções foram confirmadas na passada quarta-feira, 26 de março, pela Amnistia Internacional, tendo a organização expressado profunda preocupação e posto em causa também não apenas a validade legal da "moratória temporária" à pena capital, como os reais motivos na sua adoção por parte das autoridades da Guiné Equatorial.
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  http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1679:2014-03-28-17-00-48&catid=19:noticias&Itemid=77

 
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En todo el mundo, millones de personas se enfrentan a dificultades en el acceso a la educación e información sobre salud sexual y reproductiva.

Entérate sobre nuestra campaña Mi Cuerpo Mis Derechos hoy: http://bit.ly/1hWen0U



Aqui fica a notícia do El País sobre a discriminação dos ciganos na Suécia: perseguições, roubos de crianças, esterilização, proibições de entrada no país. Durante décadas, as pessoas desse grupo étnico foram tratadas pelo Estado como "incapacitados sociais". Intolerável!!!

 
 
 

segunda-feira, 24 de março de 2014


Os direitos sexuais e reprodutivos são direitos humanos.
#mybodymyrights #MeuCorpoMeusDireitos #MBMR #MCMD

Assinem a petição: http://bit.ly/1fJeKNJ
Ação Urgente
 
Os advogados mexicanos Leonel Rivero Rodríguez e Augusto César Sandino Rivero Espinosa, ambos especialistas em direitos humanos, têm vindo a ser alvo de repetidos abusos e intimidação no México há mais de um ano.

Nas últimas ...semanas o escritório dos dois juristas, em Tuxtla Gutiérrez, no estado de Chiapas, foi arrombado, assim como o quarto de hotel de um deles quando se encontravam em visita, no estado de Michoacán, a membros de uma comunidade que representam legalmente. Receberam ainda telefonemas ameaçadores e mensagens onde reconheceram gravações de conversas pessoais e em reuniões de trabalho. Apesar de terem já apresentado queixa à Procuradoria-Geral do México, continua por fazer uma investigação séria.

A Amnistia Internacional insta as autoridades mexicanas a garantirem a segurança de Leonel Rivero Rodríguez e Augusto César Sandino Rivero Espinosa, que estes possam desenvolver a sua atividade profissional em plena liberdade e que seja encetada uma investigação total e imparcial às denúncias de intimidação de que os advogados têm sido alvo.

Inscrevam-se na RAU – http://bit.ly/Ativista – e recebam por email todas as informações deste caso, para que possam escrever a vossa carta.
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