sábado, 22 de março de 2014

Join Amnesty International today and take action for human rights. http://bit.ly/13iBmuy
Juntem-se à Amnistia Internacional em defesa dos Direitos Humanos! Porque "mais vale acender uma vela do que mal dizer a escuridão!"


sexta-feira, 21 de março de 2014

"Poesia e Direitos Humanos" no bar do restaurante "A cadeia", organizada pelo Clube de Poesia da Escola Secundária em colaboração com o Núcleo de Estremoz da Amnistia Internacional!
El primer artículo de la Declaración Universal de los Derechos Humanos afirma que "todos los seres humanos nacen libres e iguales en dignidad y derechos."

Promovamos la tolerancia y el respeto hacia todas las personas. Súmate a la petición y exige un alto a la discriminación: www.alzatuvoz.org/misderechos
 
Contra todas as formas de discriminação!


sexta-feira, 14 de março de 2014

Ação Urgente

 A jornalista Olena Maksimenko, o fotojornalista Oles Kromplias e o motorista que acompanhava na Crimeia esta equipa ucraniana de reportagem oriunda de Kiev, Eugene Rakhno, estiveram desaparecidos durante três dias, desde o passado domingo, 9 de março, após serem parados num posto de controlo ocupado por polícias e homens armados à paisana, os quais se identificaram como pertencentes às “forças de autodefesa” da Crimeia. Duas ativistas do movimento Maidan, Oleksa...ndra Riazantseva e Katerina Butko, estiveram também desaparecidas durante três dias depois de serem intercetadas num posto de controlo semelhante.

A Amnistia Internacional insta as autoridades da Crimeia a tudo fazerem pela segurança destes e doutros jornalistas e ativistas que têm vindo a ser intimidados e agredidos em vésperas do referendo na península, no domingo próximo, que pode conduzir à secessão daquela região ucraniana. Assim como a tomarem todas as medidas para garantir a segurança e livre circulação de todos quantos se encontram na Crimeia, incluindo os visitantes oriundos da Ucrânia continental.

Inscrevam-se na RAU – http://bit.ly/Ativista – e recebam por email todas as informações deste caso, para que possam escrever a vossa carta.
Ação Urgente: a jornalista Olena Maksimenko, o fotojornalista Oles Kromplias e o motorista que acompanhava na Crimeia esta equipa ucraniana de reportagem oriunda de Kiev, Eugene Rakhno, estiveram desaparecidos durante três dias, desde o passado domingo, 9 de março, após serem parados num posto de controlo ocupado por polícias e homens armados à paisana, os quais se identificaram como pertencentes às “forças de autodefesa” da Crimeia. Duas ativistas do movimento Maidan, Oleksandra Riazantseva e Katerina Butko, estiveram também desaparecidas durante três dias depois de serem intercetadas num posto de controlo semelhante.

A Amnistia Internacional insta as autoridades da Crimeia a tudo fazerem pela segurança destes e doutros jornalistas e ativistas que têm vindo a ser intimidados e agredidos em vésperas do referendo na península, no domingo próximo, que pode conduzir à secessão daquela região ucraniana. Assim como a tomarem todas as medidas para garantir a segurança e livre circulação de todos quantos se encontram na Crimeia, incluindo os visitantes oriundos da Ucrânia continental.

Inscrevam-se na RAU – http://bit.ly/Ativista – e recebam por email todas as informações deste caso, para que possam escrever a vossa carta.

É-lhes negado o controlo sobre o corpo, a própria saúde e a carga de trabalho que cumprem. Mas as mulheres no Nepal estão prontas a afastar este fardo, de si mesmas e das próximas gerações. Ajudem-nas, assinem a petição http://bit.ly/NepalMBMR

‪#‎MeuCorpoMeusDireitos‬ ‪#‎MyBodyMyRights‬ ‪#‎mcmd‬ ‪#‎mbmr‬
Discriminação enraizada provoca crise de direitos sexuais e reprodutivos no Nepal. É urgente uma ação política do Governo: ajudem a pressionar o primeiro-ministro nepalês a declarar este problema como uma questão de direitos humanos e a dar prioridade à prevenção. Assinem a petição http://bit.ly/NepalMBMR
#MeuCorpoMeusDireitos #MyBodyMyRights

Co-adoção por casais do mesmo sexo chumbada no Parlamento



A Amnistia Internacional Portugal (AI Portugal) considera uma “oportunidade perdida” a não aprovação, esta sexta-feira, 14 de março, na Assembleia da República, da co-adoção por casais do mesmo sexo.
Sobre o direito a contrair casamento e a constituir família, a posição da organização de direitos humanos é clara: a lei internacional proíbe a discriminação com base na orientação sexual e na identidade de género. É nesse sentido que vão as disposições da Declaração Universal dos Direitos Humanos (artigos 12º e 16º) e do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos (artigos 17 º e 23º), bem como da Convenção Europeia dos Direitos do Homem (artigos 8º e 12º) e da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia (artigos 7º e 9º).
No caso de Portugal, a própria Constituição proíbe no artigo 13º qualquer discriminação com base na orientação sexual. Nesse sentido, vai também a decisão de fevereiro de 2013 do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, no Caso X e outros v. Áustria, que expressamente refere Portugal como um dos países do Conselho da Europa – ao lado da Roménia, Rússia e Ucrânia – que violam o princípio da não-discriminação e o direito ao respeito pela vida familiar, uma vez que só admite a co-adoção por casais heterossexuais, apesar de admitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Também o Comissário para os Direitos Humanos do Conselho da Europa, Nils Muižnieks fez notar, em carta enviada em junho do ano passado ao Presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias da Assembleia da República, a discrepância entre a lei nacional, as disposições internacionais e a decisão do Tribunal de Estrasburgo, bem como a necessidade de Portugal legislar no sentido de garantir aos casais do mesmo sexo o exercício dos direitos parentais de forma não discriminatória.
in
http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1667:2014-03-14-13-36-08&catid=35:noticias&Itemid=23

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014