sábado, 23 de novembro de 2013

Los abusos y maltratos contra las mujeres en América Latina y El Caribe persisten, pese a que la mayoría de países de la región ha aprobado leyes contra la violencia de género.

En el informe “El compromiso de los Estados: Planes y políticas para erradicar la violencia contra las mujeres en América Latina y El Caribe”, elaborado por el PNUD, se identifica los puntos críticos que dificultan la obtención de mejores resultados en la prevención y la respuesta a la violencia contra las mujeres. http://bit.ly/I9hPbM

25 de novembro -dia Contra a Violência sobre as Mulheres.

A Rede 8 de Março promove este fim-de-semana em Lisboa dois dias de ação pelo fim da violência contra as mulheres, com um programa que celebra também o Dia Internacional pela Eliminação da Violência sobre as Mulheres (na segunda-feira).

O programa, “Queremos ver-nos livres”, conta com um workshop sobre estratégias de comunicação feministas contra a violência (dia 23 às 15h), a exibição do filme “Eu não preciso do teu piropo” (às 18h), seguida de um debate com a participação da jornalista Fernanda Câncio, a jurista Clara Sotto Mayor e Joana Grilo, da Rede 8 de Março, e, ainda, uma festa a partir das 22h30, com música, dança e teatro – tudo na Mob, no Bairro Alto. No domingo, 24 de novembro, é hora de sair à rua para a manifestação pelo fim da violência contra as mulheres, a partir das 15h, no Largo do Camões.
A ativista cambojana Yorm Bopha foi libertada hoje sob caução pelo Supremo Tribunal do Camboja e o seu caso reenviado para a instância de recurso que lhe confirmara uma pena de três anos de prisão. Esta noite já está de volta a casa, junto do marido e do filho de dez anos.
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A Amnistia Internacional vê aqui uma boa notícia, mas continua a apelar pela sua absolvição e libertação incondicional.

Mais sobre a história desta ativista pela habitação no Camboja: http://bit.ly/I98L6A

Vamos continuar a trabalhar até que [Yorm Bopha] seja absolvida e libertada incondicionalmente”.
                                                                                 Rupert Abbott, Amnistia Internacional

“Vamos continuar a trabalhar até que [Yorm Bopha] seja absolvida e libertada incondicionalmente”.
Rupert Abbott, Amnistia Internacional

A ativista cambojana foi libertada hoje sob caução pelo Supremo Tribunal do Camboja e o seu caso reenviado para a instância de recurso que lhe confirmara uma pena de três anos de prisão. Esta noite já está de volta a casa, junto do marido e do filho de dez anos.

A Amnistia Internacional vê aqui uma boa notícia, mas continua a apelar pela sua absolvição e libertação incondicional.

Mais sobre a história desta ativista pela habitação no Camboja: http://bit.ly/I98L6A



ALGUMAS RAZÕES CONTRA A PENA DE MORTE!

A pena de morte está a ser abolida em quase todo o mundo. A pena capital é considerada desnecessária, ineficaz ou injusta por uma grande maioria de Países do Mundo. Mais de dois terços dos Países do Mundo – 139 – aboliram a pena de morte na lei ou na prática. Enquanto, em 2009, 58 países mantinham esta pena nos respetivos ordenamentos jurídicos, apenas 18 levaram a cabo execuções.
A pena de morte é discriminatória em termos raciais. Vários estudos têm demonstrado consistentemente que a raça, em particular a raça da vítima de homicídio, desempenha um papel fundamental na definição de quem é condenado à morte nos Estados Unidos da América (EUA). Desde 1977, a enorme maioria das execuções (77%) foi de indivíduos condenados por terem assassinado vítimas de raça branca, apesar de os Afro-americanos serem cerca de metade das vítimas de homicídio neste país.
A pena de morte assume riscos de irreversibilidade no erro. Desde 1973, 138 pessoas foram libertadas dos corredores da morte nos EUA devido a prova produzida sobre o erro que esteve na base da sua condenação. Muitos outros foram executados apesar das sérias dúvidas relativamente à sua culpa.
A pena de morte não tem efeito dissuasivo como medida de prevenção do crime. Informação do Federal Bureau of Investigation (FBI) demonstra que os 14 Estados abolicionistas, em 2008, mantêm um índice de homicídios idêntico ou abaixo da média nacional dos EUA.
A pena de morte é muito dispendiosa. As condenações à pena de morte envolvem custos elevadíssimos, muito mais elevados que os custos dos processos criminais comuns. Tais recursos podem ser usados constritivamente no combate ao crime violento e na assistência às vítimas deste tipo de criminalidade.
A pena de morte é utilizada contra pessoas com sérias doenças mentais. Não obstante a pena de morte ser, nos EUA, supostamente reservado para os “piores” crimes e criminosos, dezenas de prisioneiros foram executados apesar de padecerem comprovadamente de sérias doenças mentais, quer no momento da prática do crime, quer no momento da sua execução.
A pena de morte é arbitrária e injusta. Políticas locais e estaduais, discricionariedade persecutória, a entidade da vítima de homicídio, a situação económica e social do arguido, são tudo factores que contribuem para a decisão de quem vive e de quem morre. Quase todos os prisioneiros do corredor da morte não puderam pagar por um advogado para assegurar a sua defesa durante o julgamento.
A pena de morte é discriminatória em termos geográficos. O local onde o crime é praticado desempenha um papel determinante na definição se dele resultará ou não uma condenação à morte do responsável.
A pena de morte desvirtua o processo dos jurados. As pessoas que são contra a pena de morte podem ser (e são-no frequentemente) removidas pela acusação no processo de selecção dos jurados, privando assim o arguido de um julgamento composto por um leque representativo de pessoas da comunidade.
A pena de morte é incompatível com a Dignidade Humana. Independentemente do método escolhido para matar um prisioneiro, a utilização da pena de morte nega a possibilidade de reabilitação e reconciliação, rejeita a humanidade do criminoso, é inegavelmente cruel e vingativa, ameaça embrutecer os envolvidos no castigo e acrescenta sofrimento da família e amigos do executado ao sofrimento da família e amigos da vítima de homicídio.
http://www.amnistia-internacional.pt/

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Yorm Bopha took up a microphone and led local activists - most of whom are women - in resistance. She knew there were risks, but she did it for her community, her family and their future.

Now it's up to us to help Yorm!  Her appeal hearing begins TOMORROW, let's bombard Cambodian officials with messages -> http://bit.ly/1cHL3ap



Vai realizar-se hoje a reunião do Núcleo de Estremoz da Amnistia Internacional. Entre outros assuntos, iremos tratar da participação no dia das "Cidades pela vida, Cidades contra a Pena de Morte".