terça-feira, 2 de abril de 2013

Hoje é um dia importante para os Direitos Humanos!
As Nações Unidas adotaram  o Tratado de Comércio de Armas, com 154 votos a favor, 3 contra (Coreia do Norte, Irão e Síria) e 23 abstenções (entre outros, a China, a Índia e a Rússia).

Obrigado a todos os que há duas décadas lutam connosco pela regulação do comércio de armas!

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A Amnistia Internacional acusou a Coreia do Norte, o Irão e a Síria de cinismo ao bloquearem a adoção por consenso do Tratado de Comércio de Armas, no final de duas semanas de negociações.

O Tratado pretendia proibir os Estados de transfer
irem armas para países onde pudessem ser usadas para cometer genocídios, crimes contra a humanidade e crimes de guerra. Atrocidades que os três países já cometeram e que com o Tratado não poderiam mais cometer.

O documento deverá agora ser adotado por maioria
.
http://bit.ly/125MC0N

sábado, 16 de março de 2013

O maior fornecedor de armas para o Iémen em 2011 foram os Estados Unidos da América. As forças de segurança do país usaram-nas contra os manifestantes pacíficos, como foi testemunhado em imagens que correram o mundo.

Veja o mais recente briefing da Amnistia Internacional em:  http://bit.ly/15K0g8c

Os ativistas da Amnistia Internacional estão a pressionar o Presidente norte-americano, Barack Obama, via Twitter, para que apoie um Tratado de Comércio de Armas forte. Se tiverem conta no Twitter participem: http://amnesty.org/en/obama

segunda-feira, 11 de março de 2013

Gostaram da nossa cover photo? Então usem-na nesta que é a Semana de Ação Global por um Tratado de Comércio de Armas.

O texto final do documento vai a ser negociado na próxima segunda-feira, dia 18. Temos pouco mais de uma semana para lutar por um Tratado que proteja os direitos humanos.

Vamos mudar o rumo da história! Vamos acabar com o comércio desregulado de armas, que todos os anos é responsável pela morte de milhões de pessoas.

Assinem a petição e partilhem p.f.
http://bit.ly/W1qUYs fi



Basta! Vamos pedir ao presidente Obama um Tratado à prova de bala!


De 18 a 28 de março será provavelmente a última oportunidade para obter um Tratado de Comércio de Armas que proteja a vida humana. Faça parte deste momento histórico.
A 16 de janeiro de 2008, Bienvenue, uma menina de 6 anos da República Democrática do Congo, foi violada por um soldado armado. Esta é apenas uma das milhares de crianças e mulheres que são violadas todos os anos neste país onde as armas acabam nas mãos erradas e são usadas para cometer atrocidades.
Nos próximos dias 18 a 28 de março os Estados-membros das Nações Unidas vão estar reunidos para aprovar finalmente o texto do Tratado de Comércio de Armas. A Amnistia Internacional apela a que este Tratado estabeleça normas rigorosas quanto às transferências internacionais de armas. Deve ainda prever a proibição destas transferências em situações de risco substancial de as armas serem utilizadas em violações dos direitos humanos e do Direito Internacional Humanitário.
Sendo um dos maiores fornecedores mundiais de armas, os Estados Unidos da América têm uma responsabilidade acrescida nas suas transferências e comércio.
Apele ao Presidente Barack Obama para que contribua positivamente para a aprovação do Tratado de Comércio de Armas.

sábado, 9 de março de 2013

Mulheres explicam porque o Tratado de Comércio de Armas pode salvar muitas vidas
altEstima-se que pelo menos meio milhão de pessoas sejam mortas por armas todos os anos e que, em média, mais 200.000 homens, mulheres e crianças morram como resultado indireto de conflitos e violência, que são frequentemente alimentados pelo fluxo não controlado de armas ligeiras.
E para cada pessoa que é morta num conflito armado, muitas mais são feridas e torturadas, violadas, abusadas, sujeitas a desaparecimentos forçados, tomadas como reféns ou desalojadas. Ainda mais veem ser negado o acesso a comida, água, abrigo, emprego, saúde e educação.
Milhões delas são mulheres e raparigas.
A Amnistia Internacional e milhares de organizações e de ativistas de direitos humanos estão a trabalhar para garantir que os governos em todo o mundo apoiam o Tratado de Comércio de Armas para regulamentar o fluxo de armamento.
Três mulheres falaram com a Amnistia Internacional para explicar como o controlo rigoroso do fluxo de armas é crucial para os direitos humanos e para proteger mulheres e raparigas da violência.
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