segunda-feira, 29 de outubro de 2012
A comunidade indígena Guarani-Kaiowá tem sido vítima de graves violações de direitos humanos e corre risco de ser desalojada das suas terras em Mato Grosso, Brasil. Em novembro de 2011 o líder desta comunidade foi assassinado e 3 crianças f...
oram raptadas do acampamento por um grupo de 40 grupos armados. Não deixe que mais sangue seja derramado. Ajude a proteger a comunidade Guarani-Kaiowá. Assine e partilhe a petição:
http://bit.ly/VzgdqZ
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Não perca hoje o lançamento da nova série da revista da Amnistia Internacional Portugal "AGIR pelos Direitos Humanos" sobre o tema da pobreza e exclusão social. Será na Fnac Colombo (Lisboa), às 18h30.Poderá conhecer Cátia Cóias (coordenadora da Plataforma de Ação Fotográfica), Gonçalo Costa (Projeto +XL da Associação de Solidariedade e Desenvolvimento do Laranjeiro), participantes do projeto da Amnistia Internacional "Imagens à Margem" e Deise Cardoso, Presidente da NAKI-Nossa Associação Kalons Íntegros.

domingo, 28 de outubro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Portugal cai 12 lugares em ranking sobre igualdade de género
No espaço de apenas um ano, Portugal tornou-se num país mais desigual entre homens e mulheres, com uma queda de 12 lugares no relatório do Fórum Económico Mundial que publica um índice sobre igualdade de género, no qual os portugueses ocupam agora a 47.ª posição.
No espaço de apenas um ano, Portugal tornou-se num país mais desigual entre homens e mulheres, com uma queda de 12 lugares no relatório do Fórum Económico Mundial que publica um índice sobre igualdade de género, no qual os portugueses ocupam agora a 47.ª posição.
http://www.publico.pt/Sociedade/portugal-cai-12-lugares-em-ranking-sobre-igualdade-de-genero-1568717
Sessão Pública "Direitos económicos, Sociais e Culturais" - realizada dia 23, em Estremoz. Obrigado a todos os que participaram, contribuindo, para o debate destas questões que assumem uma importância cada vez maior na nossa vida coletiva e individual.
Ficou claro que para a Amnistia Internacional a pobreza não é uma inevitabilidade, que é possível romper o círculo da pobreza. "Durante anos tem-se lutado pela erradicação da pobreza dando o pão ou ensinando a pescar. É preciso ir mais longe, porque há políticas públicas erradas, que são adotadas por governos, que têm levado ao fim do peixe, conduzindo as pessoas a um círculo do qual não conseguem sair."
Revista "Agir pelos Direitos Humanos"
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