quinta-feira, 23 de agosto de 2012

 
 
 

"Espero que ustedes puedan mantenerse fuertes y creo que yo y muchos otros como yo que creemos en la libertad de expresión vamos a hacer todo lo que esté a nuestro alcance para apoyarles a ustedes y a la idea de la libertad artística"

Paul Mc Cartney, carta a las Pussy Riot

actúa aqui:http://bit.ly/NMrqWu

Do Grupo Albufeira Amnistia:

Em 2011 pelo menos 1500 pessoas morreram afogadas no Mediterrâneo. Fugiam da guerra, da perseguição, da pobreza e arriscaram tudo por uma vida melhor. Hoje soube-se da morte de Samia Omar, atleta olímpica da Somália, que morreu nas mesmas condições. Podem saber mais sobre este problemae agir através da campanha da Amnistia Internacional "When you don't exist".
http://www.bbc.co.uk/news/world-africa-19323535
http://www.whenyoudontexist.eu/

Home // Amnesty International Migrations Campaign
www.whenyoudontexist.eu
Amnesty International’s campaign When you don’t exist aims to ensure that the human rights of migrants, asylum-seekers and refugees are effectively protected in Europe

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A página do Núcleo de Estremoz da Amnistia no Facebook atingiu os 100 gostos. Obrigado a todos/as!
Contamos com a vossa simpatia e a vossa ajuda para defender os Direitos Humanos!

segunda-feira, 20 de agosto de 2012



 foto: Reuters

Layla Ibrahim Issa Jumul, 23 anos, foi acusada de adultério e condenada à morte por apedrejamento num julgamento injusto, no Sudão.
 
O seu caso tem muito em comum com Intisar Souza Abdallah: mulheres, mães de jovens que vêm de ambientes marginais. Ambas foram julgadas sem representação legal, numa flagrante violação do direito a um julgamento justo. 
                                          
Ajude-nos a libertar Layla! 
 A SUA ASSINATURA PODE IMPEDIR QUE A LAPIDEN!
  

"Amnistía Internacional es una de las fuentes de inspiración y esperanza en el mundo. Quiero dar las gracias a Amnistía Internacional en nombre del pueblo tibetano, así como en nombre de los millones de chinos, por atender sus casos. El trabajo de Amnistía Internacional, es solo comparable al de la generosidad de liberar del miedo"

Pido a los miembros de Amnistía Internacional a no rendirse, su trabajo ha tenido algún impacto incluso entre aquellos que no se preocupan por los derechos humanos. El poder de la fuerza es temporal, pero el poder de la verdad siempre permanece"

(S.S. Dalai Lama, lider espiritual del pueblo tibetano y luchador de los DDHH - Los Angeles mayo de 2011)

domingo, 19 de agosto de 2012



Ajude a libertar Kartam Joga, prisioneiro de consciência na Índia

Faltam 29 Dias, 08 Horas, 32 Minutos, 46 Segundos
para terminar a assinatura da Petição.
Assinar Petição
Karma Joga, um ativista político, está preso desde 14 de setembro de 2010 devido ao seu trabalho de defesa dos Direitos Humanos do povo Adivasi (Povo indígena na Índia).
Kartam Joga foi vítima de um ataque por membros da milícia privada Salwa Judum em 2005 e teve de ser submetido a tratamento médico.

Desde o ataque, Kartam reuniu-se com a população Adivasi de modo a catalogar todas as violações e abusos de direitos humanos que estes sofreram, incluindo mais de 500 casos de homicídio, violações sexuais e a destruição de inúmeras casas que resultaram no deslocamento de 644 membros do povo Adivasi.

Em 2007, Kartam Joga e mais dois ativistas entregaram uma petição ao Supremo Tribunal da Índia onde se pedia a realização de investigações às violações de direitos humanos em Chhattisgarh e ao suposto envolvimento das forças de segurança e da milícia Salwa Judum, alegadamente apoiadas pelo governo, em ataques contra civis ocorridos em 2005.

sábado, 18 de agosto de 2012

“Dia trágico para a justiça” no Bahrein a condenação a três anos de prisão de um ativista
altNabeel Rajab, presidente do Centro de Direitos Humanos do Bahrein, foi hoje sentenciado a três anos de prisão após ser considerado culpado de participar numa “reunião ilegal”, entre outras acusações relacionadas com um protesto na capital Manama a 6 de fevereiro de 2012.
Hassiba Hadj Sahraoui, Vice-diretora da Amnistia Internacional para o Médio Oriente e Norte de África, afirma:

“A decisão do tribunal representa um dia trágico para a justiça no Bahrein, levantando mais questões acerca da independência do poder judicial”.

“Como tantos outros no Bahrein, Nabeel Rajab é um prisioneiro de consciência, preso somente por exercer pacificamente o seu direito à liberdade de expressão e reunião. Deve ser libertado imediatamente e ter as suas condenações e sentenças anuladas. As autoridades devem também agir no sentido de assegurar que todos os defensores dos Direitos Humanos podem fazer o seu trabalho sem medo de represálias”.

“Na verdade, este último veredicto marca o fim da fachada de reforma no Bahrein. A comunidade Internacional não pode mais ficar na ilusão que o Bahrein se encontra no caminho para a reforma quando confrontada com tão flagrantes e cruéis táticas de reprimir vozes dissidentes. Os parceiros internacionais do Bahrein têm de tornar isto claro às autoridades baremitas”.
in: http://www.facebook.com/pages/N%C3%BAcleo-de-Estremoz-da-Amnistia-Internacional/233177366740979?ref=hl#!/aiportugal

Sumaya, a mulher de Nabeel Rajab, que se encontrava junto dele na leitura do veredito, afirmou à Amnistia Internacional:

“A sentença, embora dura e injusta, não é uma surpresa para mim e nem para o Nabeel. Mostra o quão tendencioso e corrupto o sistema judicial baremita é. Não há Direitos Humanos no Bahrein. Como dito pela equipa de defesa, esta sentença é o maior escândalo na história do sistema judicial do Bahrein”.

Nabeel Rajab foi um dos organizadores dos protestos anti governo que começaram em fevereiro de 2011. Rajab foi detido a 6 de Junho, no seguimento de queixas sobre uma mensagem que ele publicou na rede social Twitter, o que o levou a ser acusado de difamação. Após comparecer em tribunal a 9 de julho, esteve preso durante três meses.