terça-feira, 7 de agosto de 2012

sexta-feira, 3 de agosto de 2012


A União Europeia prometeu que 2013 será o ano dos cidadãos e dos seus direitos. Para tal lançou um questionário online que tem como fim apurar quais os obstáculos com que os cidadãos europeus se deparam no exercício dos seus direitos.
A Amnistia Internacional considera que o questionário não faz referência a violações de direitos humanos que não podem ser excluídas, como são exemplo a discriminação, a falta de acesso à educação e emprego e a violência sobre as mulheres.

Apele à Comissária da União Europeia para a Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania, Viviane Reding, que coloque na sua agenda os Direitos Humanos para todos.
                                 Grupo Estudantes da Amnistia Internacional da ESSS

Caros amigos,

Fomos mais de 600.000 a exigir aos governos que regulem o comércio de armas.
E as nossas vozes foram ouvidas em Nova Iorque, onde os governos estiveram reunidos de 2 a 27 de julho, numa conferência para chegar ao tão esperado Tratado de Comércio de Armas.
No esboço final do texto do futuro tratado está aquela que era, para a Amnistia Internacional, a principal preocupação: incluir normas rigorosas que impeçam a transferência de armas sempre que estas, e as suas munições, possam ser usadas para cometer crimes contra a humanidade, crimes de guerra e violações graves dos direitos humanos.
Quando tudo se encaminhava para um final feliz, os Estados Unidos da América, a Rússia e a China pediram mais tempo para resolver ‘pequenos’ problemas no texto. E assim se adiou a decisão, para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em outubro, ou para uma nova conferência, a realizar em 2013.
Um bloqueio compensado pela Declaração Conjunta de 90 países, que reafirmaram o compromisso de lutar por um Tratado protetor dos Direitos Humanos.
Em breve damos mais notícias.

Luísa Marques        
Diretora de Campanhas
Amnistia Internacional Portugal