Situação na Síria: as crianças sírias não podem continuar a sofrer!
Desde que as manifestações começaram, há um ano atrás, que o governo tem respondido sempre com força desproporcional, contando-se quase 10 mil mortos. Um dos últimos ataques foi levado a cabo em Houla, com o resultado final de mais de 100 mortos, muitos deles crianças.
Vamos pressionar a Rússia – um país-chave que está a bloquear a ação internacional – para se opor à brutalidade e impedir que se percam mais vidas na Síria. Assine a nossa petição que se encontra no site da Amnistia Internacional, Portugal e ajude-nos a pedir o fim dos massacres na Síria.
Muito obrigada, todos juntos fazemos a diferença!
quinta-feira, 7 de junho de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Relatório Anual 2012: Amnistia Internacional diz que não há lugar para a tirania e a injustiça
Dia 24 de Maio foi um dia muito importante para a AI. Foi o dia do lançamento do nosso relatório anual, com a visão sobre a situação de Direitos Humanos em cada país do mundo. Vejam a realidade de países que mais vos dizem e divulguem também pelos vossos contactos. Contamos convosco!
Dia 24 de Maio foi um dia muito importante para a AI. Foi o dia do lançamento do nosso relatório anual, com a visão sobre a situação de Direitos Humanos em cada país do mundo. Vejam a realidade de países que mais vos dizem e divulguem também pelos vossos contactos. Contamos convosco!
quinta-feira, 24 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Apelo Global por um mundo mais seguro: Assine e divulgue pelos seus contactos! Contamos consigo!
Milhões de pessoas são mortas, feridas, violadas, reprimidas e forçadas a fugir das suas casas todos os anos. A saúde, a educação e outros serviços são negados e os meios de subsistência destruídos.
Assine este apelo e exija que na reunião das Nações Unidas, em julho de 2012, os governos assinem um Tratado de Comércio de Armas que respeite na íntegra os Direitos Humanos. Peça aos líderes mundiais um Tratado de Comércio de Armas à prova de bala!
Milhões de pessoas são mortas, feridas, violadas, reprimidas e forçadas a fugir das suas casas todos os anos. A saúde, a educação e outros serviços são negados e os meios de subsistência destruídos.
Assine este apelo e exija que na reunião das Nações Unidas, em julho de 2012, os governos assinem um Tratado de Comércio de Armas que respeite na íntegra os Direitos Humanos. Peça aos líderes mundiais um Tratado de Comércio de Armas à prova de bala!
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Executou-se o homem errado. E agora, que fazer?
Pedimos desculpa à família pelo engano?
Exumamos o cadáver e tentamos reanimá-lo?
Exumamos o cadáver e tentamos reanimá-lo?
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terça-feira, 15 de maio de 2012
O Núcleo Local da Amnistia Internacional em Estremoz irá "rifar" o quadro oferecido pela professora Ana Mateus, como forma de angariar fundos. Poderão dirigir-se a qualquer elemento do Núcleo e colaborar com esta iniciativa. O sorteio será realizado no início do mês de Julho e aqui divulgaremos o resultado. Desde já, obrigado a todos/as os que colaborarem!
Aqui fica uma foto do quadro.
Aqui fica uma foto do quadro.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
A Amnistia Internacional Portugal foi convidada para estar presente na audiência com o Comissário Europeu dos Direitos Humanos, Nils Muiznieks, que se realizou a 7 de maio de 2012.
A nossa organização apresentou a sua preocupação relativamente às agressões perpetradas por membros da Polícia de Segurança Pública a dois jornalistas e a vários manifestantes nas manifestações de 22 de março de 2012. Relembrou também que a maioria das queixas que recebe são respeitantes a maus-tratos em custódia e a abusos cometidos pelas forças de segurança.
O Comissário tinha previamente anunciado que a audiência se centraria no impacto da crise e medidas de austeridade sobre os principais grupos vulneráveis, manifestando especial interesse pelas crianças, idosos e Roma. No que diz respeito ao primeiro grupo, a Amnistia Internacional mencionou que a pobreza infantil estava a crescer e que se regista um aumento de famílias em situações precárias de emprego que depois as impedem de providenciar os devidos cuidados e acompanhamentos à criança. A situação torna-se ainda mais dramática quando estes casos degeneram em desemprego, fazendo com que os pais tenham sérias dificuldades em suportar os custos de bens e cuidados essenciais.
Em Portugal, os idosos são frequentemente negligenciados e colocados em lares que não reúnem as condições necessárias e onde existe maior risco de serem sujeitos a maus-tratos. As organizações de assistência e de solidariedade social têm cada vez mais pedidos de apoio por parte da população mais carenciada e menos capacidade de resposta por falta de recursos, pelo que os cortes ou atrasos no seu financiamento têm consequências devastadoras nos grupos mais vulneráveis, entre os quais os idosos.
Quanto à situação dos Ciganos a Amnistia mencionou os problemas de habitação e a segregação em ambiente escolar. Relembrou-se, ainda, que este grupo é particularmente de risco no atual contexto de crise e que se verificam atitudes xenófobas em Portugal contra esta e outras minorias étnicas (que tal, como os Ciganos devem ser tomados em consideração). A Amnistia Internacional Portugal também deu a conhecer o seu parecer no âmbito da Consulta Pública para a Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas.
Para além destes grupos, a Amnistia também identificou as pessoas com deficiência como um grupo especialmente vulnerável e considerou que também deveriam ser considerados como uma prioridade. Chamou-se a atenção sobre os cortes nos benefícios, nas ajudas técnicas e nos medicamentos, que têm representado um duro golpe para quem vive nestas condições.
Esperamos que as preocupações do Comissário Europeu dos Direitos Humanos sejam tidas em conta pelas autoridades nacionais, de modo a fortalecer a proteção dos direitos humanos.
A nossa organização apresentou a sua preocupação relativamente às agressões perpetradas por membros da Polícia de Segurança Pública a dois jornalistas e a vários manifestantes nas manifestações de 22 de março de 2012. Relembrou também que a maioria das queixas que recebe são respeitantes a maus-tratos em custódia e a abusos cometidos pelas forças de segurança.
O Comissário tinha previamente anunciado que a audiência se centraria no impacto da crise e medidas de austeridade sobre os principais grupos vulneráveis, manifestando especial interesse pelas crianças, idosos e Roma. No que diz respeito ao primeiro grupo, a Amnistia Internacional mencionou que a pobreza infantil estava a crescer e que se regista um aumento de famílias em situações precárias de emprego que depois as impedem de providenciar os devidos cuidados e acompanhamentos à criança. A situação torna-se ainda mais dramática quando estes casos degeneram em desemprego, fazendo com que os pais tenham sérias dificuldades em suportar os custos de bens e cuidados essenciais.
Em Portugal, os idosos são frequentemente negligenciados e colocados em lares que não reúnem as condições necessárias e onde existe maior risco de serem sujeitos a maus-tratos. As organizações de assistência e de solidariedade social têm cada vez mais pedidos de apoio por parte da população mais carenciada e menos capacidade de resposta por falta de recursos, pelo que os cortes ou atrasos no seu financiamento têm consequências devastadoras nos grupos mais vulneráveis, entre os quais os idosos.
Quanto à situação dos Ciganos a Amnistia mencionou os problemas de habitação e a segregação em ambiente escolar. Relembrou-se, ainda, que este grupo é particularmente de risco no atual contexto de crise e que se verificam atitudes xenófobas em Portugal contra esta e outras minorias étnicas (que tal, como os Ciganos devem ser tomados em consideração). A Amnistia Internacional Portugal também deu a conhecer o seu parecer no âmbito da Consulta Pública para a Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas.
Para além destes grupos, a Amnistia também identificou as pessoas com deficiência como um grupo especialmente vulnerável e considerou que também deveriam ser considerados como uma prioridade. Chamou-se a atenção sobre os cortes nos benefícios, nas ajudas técnicas e nos medicamentos, que têm representado um duro golpe para quem vive nestas condições.
Esperamos que as preocupações do Comissário Europeu dos Direitos Humanos sejam tidas em conta pelas autoridades nacionais, de modo a fortalecer a proteção dos direitos humanos.
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