terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Red Hand Day

A 12 de fevereiro assinala-se o “Red hand day”. Este dia existe para lembrar ao mundo que há crianças-soldado que (sobre)vivem, lutam, matam e morrem todos os dias em guerras que não são as suas. Serão em todo o mundo qualquer coisa como 250 mil crianças a quem os senhores da guerra trocaram a infância pela infâmia.

Num mundo onde tantos levantam já a bandeira dos “novos” direitos humanos, dói saber que nem sequer garantimos ainda a estas crianças o mais básico deles todos: o direito a crescer em segurança e em paz.

O “Red hand day” é, pois, uma forma de apontar o dedo aos que ainda gostam de brincar com “soldadinhos de chumbo” feitos de carne e osso. E são muitos ainda: Afeganistão, Burundi, Colombia, República Democrática do Congo, Costa do Marfim, Guiné, Índia, Iraque, Israel e territórios ocupados, Nepal, Filipinas, Somália, Sudão, Uganda, Sri Lanka, Indonésia.

O “Red hand day” é, acima de tudo, uma forma pacífica de exigir o fim desta atrocidade e de reclamar a muito necessária ajuda para todos os que já foram crianças-soldado e precisam de ser reintegrados na sociedade.

O Núcleo de Estremoz da Amnistia Internacional Portugal associa-se a todos os protestos, as manifestações e demais iniciativas que, em todo o mundo, assinalam este dia.

Para mais informações, consulte: www.redhandday.org,

 www.amnistia-internacional.pt

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Combater a mutilação genital feminina!

"Passados 10 anos desde que fiz o primeiro artigo, é incrível o que ainda não há [em Portugal, em termos de combate à mutilação genital feminina].” Sofia Branco, jornalista especializada na temática
Veja aqui a entrevista completa a Sofia Branco:
http://www.amnistia-internacional.pt/files/Entrevista_SofiaBranco.pdf
E leia a notícia completa da Amnistia Internacional Portugal sobre a MGF
http:...//tinyurl.com/6ukz8z8




Não à mutilação genital feminina!

http://youtu.be/QF0JrLSdVHY

sábado, 21 de janeiro de 2012

Amnistia Internacional em defesa do juíz espanhol Baltasar Garzón

"‎Amnistía Internacional considera irrelevante que la investigación del juez Garzón infringiera o no la legislación nacional española, ya que es justamente la Ley de Amnistía de 1977, que impide iniciar procesamientos por delitos de derecho internacional, la que supone un incumplimiento de las obligaciones contraídas por España en virtud del derecho internacional", expresan en el comunicado."
"É escandaloso que um juíz seja julgado por defender a verdade, a justiça e a reparação das vítimas do franquismo!"

"Discriminar não é humano!"

Realiza-se no próximo dia 25 de Janeiro, pelas 21 horas, na sala 207, uma Sessão Pública da Amnistia Internacional, na escola Secundária Rainha Santa Isabel, em Estremoz.
Falaremos de discriminação. 
Contamos com a vossa presença!