domingo, 9 de outubro de 2011
Já estamos no facebook!
As novas tecnologias devem estar ao serviço dos Direitos Humanos! Já estamos no face!
Esperamos poder dialogar com muitos amigos!
Esperamos poder dialogar com muitos amigos!
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Dia 10 de Outubro, dia Contra a Pena de Morte!
A pena de morte assume riscos de irreversibilidade no erro. Desde 1973, 138 pessoas foram libertadas dos corredores da morte nos EUA devido a prova produzida sobre o erro que esteve na base da sua condenação. Muitos outros foram executados apesar das sérias dúvidas relativamente à sua culpa.
Pelourinho de Estremoz, iluminado simbolicamente no dia das "Cidades pela Vida, contra a Pena de Morte" em Novembro de 2010
12º Campo de Trabalho para Jovens
Estão abertas as inscrições para o 12º Campo de Trabalho para Jovens que se realiza entre os dias 29 de Outubro e 1 de Novembro de 2011, na Pousada de Juventude de Almada.
Durante estes quatro dias, jovens de todo o país, com idades entre os 15 e os 18 anos, vão poder dedicar-se exclusivamente ao debate de temas relacionados com os Direitos Humanos.
Jogos, dinâmicas, trabalhos de grupo e fotografia são algumas das formas que usaremos para perceberes como podes contribuir para a sensibilização sobre os temas que vamos abordar no programa: a Amnistia Internacional, o papel dos Jovens no activismo, a Discriminação e a Pobreza.
O Campo de Trabalho vai decorrer na Pousada de Juventude de Almada, a cerca de 15 Km de Lisboa.
A inscrição tem um custo de 35 euros por participante, o que inclui materiais, alimentação, alojamento e transporte no local.
Durante estes quatro dias, jovens de todo o país, com idades entre os 15 e os 18 anos, vão poder dedicar-se exclusivamente ao debate de temas relacionados com os Direitos Humanos.
Jogos, dinâmicas, trabalhos de grupo e fotografia são algumas das formas que usaremos para perceberes como podes contribuir para a sensibilização sobre os temas que vamos abordar no programa: a Amnistia Internacional, o papel dos Jovens no activismo, a Discriminação e a Pobreza.
O Campo de Trabalho vai decorrer na Pousada de Juventude de Almada, a cerca de 15 Km de Lisboa.
A inscrição tem um custo de 35 euros por participante, o que inclui materiais, alimentação, alojamento e transporte no local.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
NÃO EM NOSSO NOME!
Caros amigos, como saberão, Troy Davis foi executado, apesar dos apelos e da mobilização em massa de milhões de pessoas. Dia 10 de Outubro, Dia Mundial Contra a Pena de Morte, a AI Portugal estará na rua para relembrar a todos a injustiça deste tipo de sentença. Contamos com a vossa presença!
Entretanto, apelamos à divulgação desta nova acção da AI EUA pelos vossos contactos e redes sociais. Não vamos deixar morrer a luta contra a pena de morte:
http://takeaction.amnestyusa.o rg/site/c.6oJCLQPAJiJUG/b.7741 827/k.62FF/Not_in_my_Name_Pled ge/apps/ka/ct/contactus.asp?c= 6oJCLQPAJiJUG&b=7741827&en=dmI PI6PPJcIYLgOSLbKULiM9LvL9KmN4L tI9LqNaIAK
Entretanto, apelamos à divulgação desta nova acção da AI EUA pelos vossos contactos e redes sociais. Não vamos deixar morrer a luta contra a pena de morte:
http://takeaction.amnestyusa.o
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Voltámos ao trabalho!
Depois do merecido descanso do mês de Agosto, o Núcleo de Estremoz da Amnistia Internacional reuniu para delinear o seu plano de actividades para o actual semestre. Assim, estão previstas acções de educação para os Direitos Humanos, tertúlias no Atéjazzcafé, a celebração do dia das "Cidades pela vida contra a pena de morte" e do 10 de Dezembro, dia dos Direitos Humanos.
Todos não somos de mais.
Quem se junta a nós para defender os Direitos Humanos e construir um mundo mais justo?
Prisioneiro de Consciência líbio libertado agradece à Amnistia Internacional
Jamal al-Hajji, crítico de longa data do Coronel Mu’ammar al-Gaddafi, foi libertado da conhecida prisão de Abu Salim a 24 de Agosto após sete meses de detenção em regime de incomunicabilidade por exigir reformas.
“As palavras não conseguem expressar a minha gratidão pelo apoio da Amnistia Internacional. Quero agradecer a toda a equipa e membros da Amnistia que trataram o meu caso ao longo dos anos”, disse aos investigadores da organização que se encontraram com Jamal al-Hajji na sua casa em Tripoli.
Jamal foi preso por agentes de segurança líbios vestidos à paisana a 1 de Fevereiro com o pretexto de ter causado um acidente de carro. O crítico já tinha publicado anteriormente artigos em websites estrangeiros apelando a protestos anti-governo.
O activista sobreviveu a condições desumanas durante os três meses de detenção em solitária, sem contacto com o mundo exterior, no Gabinete dos serviços secretos Nasr em Tripoli. “A casa de banho encontrava-se dentro da cela e não tinha ventilação. Os guardas nem sequer entravam. O cobertor que me foi dado estava manchado com o sangue de outros prisioneiros, os insectos rastejavam por todo o lado e não me foram dados quaisquer materiais de limpeza. Não conseguia sequer manter-me de pé na cela”, disse à Amnistia Internacional.
Jamal foi retirado da sua cela uma vez para interrogatório, durante a qual foi vendado e considerado culpado de incitar manifestações e por fazer campanha a favor da intervenção militar da NATO na Líbia. Foi mais tarde transferido para a prisão de Abu Salim e mantido numa cela de pequenas dimensões – desenhada para detenções em solitária – juntamente com outro prisioneiro. Passou três meses sem se poder deitar adequadamente e agora sofre de dores de costas e no peito em resultado das duras condições em que se encontrava.
“É incrível ver até onde vão alguns líderes para se manterem no governo. Devemos apoiar todas as pessoas que apelam a maior liberdade e direitos humanos. Quando os direitos de pessoas inocentes são violados num local, todos devemos lutar em todo o lado em sua defesa”, acrescentou Jamal.
Jamal al-Hajji foi anteriormente detido pelo governo do Coronel al-Gaddafi entre Fevereiro de 2007 e Março de 2009 por apelar para que fossem feitas manifestações no aniversário de uma forte repressão num protesto anti-governo. Foi novamente detido em Dezembro de 2009 e preso por mais de quatro meses após ter apresentado queixa contra a forma como fora tratado durante a sua primeira detenção.
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