quarta-feira, 22 de junho de 2011
Reunião de trabalho
terça-feira, 21 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Convite ao Núcleo da Amnistia
A convite de alunos do 12º ano da Escola Secundária Rainha Santa Isabel o Núcleo de Estremoz da Amnistia Internacional participou na apresentaçãp de um trabalho sobre Exclusão Social inserido na disciplina de Área Projecto. Foi feita uma exposição sobre o trabalho da Amnistia nesta área, dando particular destaque à campanha "Exija Dignidade". Por sua vez, os alunos apresentaram as conclusões dos trabalhos que realizaram sobre a discriminação na escola.
domingo, 22 de maio de 2011
30 anos da Secção Portuguesa da Amnistia Internacional
Hoje são milhares os membros da AI – Portugal que celebraram 30 anos de activismo em defesa dos Direitos Humanos, 30 anos em que denunciando violações e agindo de modo preciso, rápido e persistente tentam contribuir para um mundo onde todos os seres humanos desfrutem de todos os direitos consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos. A AI rege-se pelos princípios da solidariedade, da universalidade e indivisibilidade dos Direitos Humanos, da defesa nos casos de vítimas individuais e pelos valores da democracia e do respeito mútuo. Promove campanhas, apela aos governos que observem o primado da lei, tenta mobilizar a opinião pública e encoraja organizações e indivíduos de modo a que, através da sua acção, contribuam para o fim de todos os abusos que atentam contra a dignidade das pessoas.
O trabalho da AI é reconhecido: Prémio Nobel da paz em 1977 e Prémio de Direitos Humanos das Nações Unidas em 1978. Também o trabalho da AI – Portugal é objecto de enaltecimento: Prémio de Direitos Humanos da Assembleia da República em 2006 e atribuição do nome Amnistia Internacional a um espaço público decidido pela Câmara Municipal de Lisboa no passado dia 18. O que, juntamente com a consciência de que o caminho trilhado tem sentido, dá força a todos para continuar!
O Núcleo de Estremoz da AI também assinalou o aniversário. Em parceria com a Câmara Municipal de Estremoz foi realizado durante o mês de Maio um ciclo de cinema em que se exibiram documentários alusivos a problemáticas sociais relacionadas com os Direitos Humanos. No dia 18, na Casa de Estremoz depois de visto e debatido o documentário “Lisboa Domiciliária” brindou-se à liberdade. Foi uma forma simples de lembrar simbolicamente a origem da AI.
Por todos os prisioneiros de consciência, por todas as pessoas torturadas e maltratadas, pelas vítimas sem rosto, a chama da vela continua a arder porque como disse Peter Benenson “vale mais acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão”.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Lisboa Domiciliária
18 de Maio – 21h00 - Casa de Estremoz [Marta Pessoa • Portugal • 2009 • 95’]
Lisboa. As casas que olhamos ao passar na rua parecem vazias, mas não estão. Povoados por idosos que vão perdendo o contacto com a rua, estes interiores formam um lado avesso da cidade. Lisboa deixa de ser um mapa feito de edifícios e arruamentos para passar a ser uma cidade cartografada com base em dificuldades, hábitos e memórias. LISBOA DOMICILIÁRIA é o retrato interior de uma cidade, feito a sete vozes, onde as fachadas dão lugar aos rostos e as distâncias se medem em passos. Onde a vida insiste na sua riqueza e reclama um lugar para lá de estatísticas e vontades pias. Olha-se o futuro e ele devolve o tempo que irá passar.
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